Mostrando postagens com marcador crítica. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crítica. Mostrar todas as postagens

19/04/2015

Série - Demolidor

0 comentários
Pegando carona na onda dos super heróis, mais especificamente, super heróis urbanos, chegou na Netflix (em parceria coma a Marvel), Demolidor, sim aquele mesmo do filme com o Ben Affleck

Mas enquanto a adaptação cinematográfica não agradou muito aos fãs, a série já conquistou os aficionados por HQ's. Mas também pode conquistar o público que não é lá muito de heróis e curte uma boa trama policial e ação!

O que achei do piloto?

Bom, muito bom! A narrativa é boa, curti os atores e o desenvolvimento. 

A origem do herói é conhecida... Já vimos o filme, existem os quadrinhos, então para que ficar de enrolação? Acho que foi esse o pensamento dos produtores, que mostraram sim, como Matthew Murdock ficou cego ainda quando criança, mas sem perder muito tempo, sem cenas longas e apelativas.

A cena do acidente com o produto tóxico já deixa claro que Matt tem "tendências heróicas" ao salvar um homem prejudicando a si mesmo... Perdendo a visão, mas fazendo com todos seus outros sentidos ficassem mais aguçados.

Daí, logo somos introduzidos à vida de Matt adulto. Advogado, abrindo uma firma com o amigo, cheio de ideais (proteger os inocentes) e com uma vida oculta como vigilante. Em busca de trabalho, Matt e o amigo, Foggy usam seu contato para polícia para conseguir sua primeira cliente, uma mulher acusada de homicídio. No decorrer do episódio, vamos descobrindo que a situação é muito mais complicada, mas sem termos muitos detalhes, o que gera a curiosidade pelos próximos episódios. Bom trabalho da produção!!! 

Apesar de ser situado no mesmo universo dos filmes da Marvel, e sabermos que durante a série encontraremos algumas referências à outros heróis, a série é bem real. As cenas de lutas são ótimas, não aquela com cara de coreografada que vemos nos filmes de ação. O herói fica cansado, toma uma surra, erra... E por falar em luta, não posso deixar de comentar o roupa inicial do Demolidor. Também seguindo essa linha urbana, real, de um herói que sai de casa pra patrulhar as ruas da sua cidade.
 
Outro aspecto que deve ser comentado é a mixagem de som. A gente quase não presta atenção nesse detalhe em filmes e séries, mas nessa ganha um destaque a mais por conta da cegueira do personagem principal. Durante as lutas, ouvimos como o Demolidor ouve. E isso torna tudo mais real e legal!

O que torna tudo mais legal também é saber que o Demolidor faz parte do quarteto Defensores, e que os outros três personagens também ganharao séries próprias, além de todo o grupo se reunir numa mini-série. 

Vou continuar assistindo esperando que a qualidade se mantenha. 

Pra quem não sabe, a Netflix libera a temporada completa, ou seja, os 13 episódios já estão disponíveis, o que significa que provavelmente farei uma maratona de O Demolidor. 

08/04/2015

Eu vi: Maze Runner - Correr ou Morrer

0 comentários
Um garoto desmemoriado é jogado dentro de um labirinto com perigos mortais. Essa é a premissa de Maze Runner - Correr ou Morrer, adaptação cinematográfica do livro de James Dashner.


Se você está pensando que este filme é mais um que chegou na onda dos distópicos - Jogos Vorazes, Divergente e cia - acertou. No entanto, isso não o torna menos interessante, pelo contrário, durante toda a história queremos saber mais sobre o misterioso lugar. 

O filme é iniciado com o protagonista Thomas subindo num elevador de carga, com mais alguns mantimento e chegando á Clareira, que além de possui um bosque, é cercada por um muro que abriga um labirinto.  Um detalhe, Thomas está desmemoriado. E assim como ele não temos ideia do que está acontecendo ou o motivo, tudo o que nos resta é acompanhar o desenvolvimento. Gostei que o filme reflete bem a sensação que temos do outro lado da tela. Tudo que aprendemos e conhecemos é o que Thomas vai aprendendo e conhecendo, nossa curiosidade é representada pela curiosidade do garoto, e mesmo não tendo lido o livro, adorei a história. Uma espécie de Jogos Vorazes, sem avisar aos participantes para onde eles estão indo e o que tem que fazer para sobreviver.

Os atores também estão bem em seus papéis e vemos diferenets perfis naquele meio hostil e desconfiado. E o destaque merecido vai para Dylan O'Brien, que já vinha desempenhando um ótimo trabalho na série Teen Wolf, e que agora consegue um lugar na lista do teens do momento. Cenário, figurino e trilha sonora também ok. Não é à toda que foi uma das grandes supresas no mundo das adaptações, conquistando bastante público!


Mas, apesar de todos esses pontos positivos, achei a história toda muito corrida. Acredito que tinham muitas coisas para mostrar e pouco tempo em tela. Mas, ok, veremos como a continuação se sai. Quem está ansioso???

Bom, o filme quase todo não aparece uma menina, quando ela chega, é a única, então, não passa do Teste de Bechdel!


05/04/2015

Eu vi: Simplesmente Acontece

0 comentários
Adaptação do best-seller da autora Cecelia Ahern (P.S Te Amo), Simplesmente Acontece acompanha a trajetória de amizade (e desencontros) dos amigos de infância Rose e Alex.
 A história não é lá muito nova, dois amigos de infância que se apaixonam é um dos temas favoritos dos romaces hollywoodianos, no entanto, o que esperamos ser "apenas" um romance juvenil ultrapassa um pouco essas barreiras. Para começar, de cara filme fica bem claro aos espectadores que o sentimento entre Rose e Alex é bem mais do que uma amizade. 

Só que a vida e o destino se encarregam de agir e os dois vão se distanciando cada vez mais. Enquanto a vida de Alex segue o rumo planejado ao conseguir uma bolsa em uma universidade americana e se mudar, Rosie tem que lidar com o inesperado.

O filme é estrelado por dois dos queridinhos da nova geração de atores, Lily Collins, de Espelho, Espelho Meu e Instrumentos Mortais, que apesar de sempre criticada na autação, fez um trabalho razoável nesse, ainda que mais para o meio e final da história não consiga convencer como uma mulher mais madura com sua cara de menininha, apesar de já ter 26 aos de idade. E Sam Claffin, de Jogos Vorazes, que com seu sorriso fofo e simpatia consegue passar bem a impressão de bom menino que o filme pede.

Eu não li o livro, por isso, não posso dizer o quão bem adaptado foi. Mas, creio que cada transformação na vida deles tenham sido mais desenvolvidas, porque no filme parece tudo vir de avalanche só para que os dois não fiquem juntos. Ou seja, não fica muito verdadeiro. O filme, as cenas e até o personagem são clichês. Você com certeza sabe o final, mas ainda assim é um romance fofinho e bonito de acompanhar. Acho que a palavra que define a história dos dois é desencontro. E com tantos desencontros deles, paramos para pensar nas oportunidades perdidas... Seja por medo, insegurança, vaidade etc.

Apesar de tratar o sexo de forma natural, o filme tem uma visão muito tradicional e diria até conservadora da vida. O aborto está fora de questão, a mulher determinada à entregar o filho para adoção é "dominada" pelo amor materno e que vale a pena tentar ficar com um babaca porque ele é o pai do seu filho e a família é o mais importante.

Lá no final, Alex e Rosie conseguem definir o exato momento onde a vida deles se perdeu uma da outra e percebem que a culpa foi deles mesmos, e então fica a pergunta... Quantos momentos deixamos passar??? 

Para constar, não lembrei de observar as conversas das personagens femininas, mas acho que não passa do Teste de Bechdel! Corrijam-me se estiver errada!



25/11/2014

Eu vi: A Esperança - Parte 1

1 comentários
Jogos Vorazes é provavelmente a série juvenil mais inteligente de todos os tempos, e apesar de essa ser sua maior qualidade, é sua maior dificuldade. Isso porque talvez o público-alvo a quem os filmes se destinam não consigam mensurar a preciosidade da história.
No penúltimo filme da franquia, Katniss Everdeen finalmente começa a enfrentar o verdadeiro inimigo. Depois de dois filmes pensando na própria sobrevivêcia, na vida dos amigos e da família, Katniss agora vira o rosto de uma revolução ao assumir seu lugar de "Tordo". Com trama mais lenta, sem o clima da arena/ação blockbuster, o filme foca na política e nos dramas da protagonista. 

Somos finalmente levados ao Distrito 13, onde um olhar mais apurado consegue perceber a analogia com as organizações socialistas e a manipulação da mídia (propagandas encenadas que remetem à Guerra Fria ou Segunda Guerra) tão bem pensada por Plutarch Heavensbee. Aliás, ele é um mocinho certo? Katniss está do lado dele... E ainda assim questionamos atitudes de alguns aliados dela. Será que atitudes como a manipulação da mídia que é considerada ruim, vale á pena quando se está "do lado" certo? Será que os fins justificam os meios? Katniss e Peeta são peões colocados em lados diferentes do tabuleiro. E cada um é manipulado de maneiras diferentes. Aliás, as minhas cenas favoritas foram as (poucas) com o Peeta, quando fica implícito o que ele está passando. 

Encarei com bons olhos a divisão do livro em dois filmes, apesar de ter plena convicção que isso se deve ao fator monetário achei que teríamos a chance de ver na tela o aprodundamento dos personagens apresentados em Em Chamas, os tributos, Finnick, Johanna e Annie (para quem não lembra, namorada do Finnick) e principalmente de personagens importantes que acabaram ficando ofuscados nos filmes antecessores por causa dos jogos, Prim e Gale. Mas, não é o que acontece. 

Vale ressaltar que o trabalho da direção de arte ao trocar toda a atmosfera do filme para essa nova condição de vida que todos enfretam foi sensacional, saem as maquiagens, as cores e a futilidade da Capital, e entra em cena os tons sóbrios, a tristeza e a escuridão do Distrito 13. Effie Trinket é a personificação dessa mudança e a Elizabeth Banks robou a cena logo nos primeiros segundos de aparição. Palmas também para Julianne Moore e sua, Alma Coin.
Para quem leu os livros, é um filme bom, com alguns erros, mas que diferente de outras franquias, acerta nos detalhes. Para quem está acompanhando a saga pelos filmes, pode ser visto com estranhamento. Em outras palavras, um ótimo filme que que poderá ser mal entendido pelo público geral.

16/11/2014

Eu vi: Se Eu Ficar

2 comentários
Se Eu Ficar, é um drama juvenil baseado no livro de mesmo nome da autora Gayle Forman, relançado pela Editora Novo Conceito e já resenhado no blog.
No filme, acompanhamos a história de Mia (Chole Moretz), uma violoncelista de 17 anos que sofre um trágico acidente de carro com seus pais e irmão caçula. Em coma, numa experiência extra corpórea, Mia tem que decidir se "segue para a luz" com o resto da família, ou se fica, pelos amigos e em especial, o namorado rockeiro Adam. Passamos a revisitar o passado de Mia em busca de uma decisão entre a vida e a morte.

Eu gostei bastante do filme! Cumpriu ao que se propôs e conseguiu arrancar lágrimas em diversas cenas, mas que acabou pecando exatamente onde não poderia ou não deveria, na representação do amor de Mia tanto pela família quanto por Adam. Mesmo quado sabemos sobre a morte de cada um, existe claro a dor, mas o momento passa muito rápido e isso nem parece pesar tanto assim na decisão. Achei Mia, uma protagonista apagada...
Os pais dela ao contrário, robam a cena quando aparecem.  Os dois são super legais, roqueiros que abriram mão de uma vida na estrada com uma banda para criar os filhos, mas que não deixaram o estilo de vida anterior de lado... Eles tem a mente aberta e apoia os filhos incondicionalmente, inclusive quando Mia vai contra "os ideiais" da família e decide tocar violoncelo e se apaixona pela música clássica. Os dois dão leveza ao filme. Afinal, Mia mesmo em dias normais soa meio depressiva e melodramática. 

A trilha sonora é muito bem feita e um ponto alto do filme, o contraste entre o rock e a música clássica é evidente, sem se tornar chato. E ajuda o filme a contar uma história nas entrelinhas. Através da música sabemos que Mia se acha uma estranha na família, que ela tem medo de se envolver com Adam, que mais tarde tem que decidir se a música é mais importante que o namoro. Aliás, Jamie Blackley convenceu super bem na pele de um vocalista numa banda em ascenção! O personagem, Adam, é carismático e feito para ser apaixonante. E quando os dois se tornam um casal, a construção de personalidade da Mia está ligada diretamento aos dois enquanto casal, diminuindo ainda mais a possibilidade de maior  desenvolvimento pessoal.

Enfim, o filme vale à pena se você gosta de filmes para chorar, é bonitinho, passa uma mensagem legal e como adaptação não deixa muito à desejar não. òbvio que se compararmos ao livro, tem um detalhe ou outro que falta, mas de modo geral, a história e a essência do livro estão lá.

10/10/2014

Eu vi: O Doador de Memórias

0 comentários
Eu preciso começar essa crítica deixando bem claro que eu não li o livro, portanto, minha opinião será baseada somente no que vi nas telas. E levando em consideração que o público alvo do filme são os jovens, tenho que bater palmas pelo excelente trabalho artístico e visual que o diretor se arriscou em fazer. O ínicio é todo em preto e branco, lembrando os grandes clássicos, mas a escolha de usar este artifício se encaixa na história.
Jonas (Brenton Thwaites), vive num mundo totalitarista, onde cada pessoa tem que cumprir seu papel sem direito à escolha, para o "bem maior" da sociedade. Apesar disso, ninguém está insastisfeito. Pois, em seu mundo, não existe dores, sofrimento, ganância, inveja ou algum tipo de sentimento ruim. E a comunidade abdicou de recordações, costumes, cores e interferências ambientais, em busca de harmonia. O único que possuiu esse conhecimento é o Receptor e Jonas foi escolhido para ser seu sucessor. Pelos olhos de Jonas, acompanhamos o ínicio do filme em preto e branco, assim como todos os habitantes daquele local veêm o mundo, mas quando Jonas começa à receber as memórias, começa também à enxergar o mundo de uma nova maneira, com novas cores e o filme aos poucos vai se transformando.
O livro, escrito em 1993 por Lois Lowry, virou obrigatório nas escolas americanas por seguir uma narrativa mais filosófica, cujos conflitos não se dão por pura rebeldia, mas sim por uma maior compreensão social. Não existem jogos ou disputas. Por isso, todas as comparações que vi entre esse filme e outros sucessos como Jogos Vorazes e Divergente é injustificável. E justamente esse diferencial (o desenvolvimento mais filosófico) se perde nas tentativas dos realizadores em criar conflitos e cenas de ação para se enquadrar nos padrões estabelecidos pelos filmes já citados. Ele tentou pegar uma carona no sucesso deles, mas poderia ter ido muito mais além. O que era para se tornar um clássico, é apenas mais um filme distópico adolescente. O que também não significa que é um filme ruim, apenas é triste ver tanto potencial ser desperdiçado.
O filme tem nomes conhecidos no elenco, como Katie Holmes e Alexander Skarsgard. E uma breve participação da Taylor Swift, mas são as atuação de Meryl Streep e Jeff Bridges que chamam atenção. Enfim, não é um filme espetacular, mas que valeu muito à pena por despertar o interesse pelo livro e pelas ótimas cenas em preto e branco. 

Não reparei se o filme passa no Teste de Bechdel, mas no geral não há muitas mulheres conversando não.
-
Gostou do post? Dá uma força para o blog curtindo nossa page no facebook. 

09/10/2014

O blog de moda surreal!

2 comentários
Eu acompanho muitos blogs de moda. Gosto bastante de moda! É interessante observar como as roupas tem a dizer sobre quem somos e a imagem que queremos passar, sobre como dá pra estar linda de diversas maneiras diferentes sem ter que gastar um dinheirão para isso. Gosto de blogs assim, que dão dicas dentro da realidade, que não fica esfregando chanel, gucci e prada na cara dos seus seguidores porque sabe que não é essa a realidade deles. 
Até porquê qual a relevância de dizer que as bolsas da chanel são ótimas? A gente já sabe. A gente quer ver qualidade e quem sabe um primo distante com um preço legal numa fast fashion qualquer. Não, não é normal gastar R$ 10 mil reais de compras num shopping e nem fazer 300 viagens ao exterior em um ano, ficando em hotéis 5 estrelas e postando foto de comida dos restaurantes mais badalados no instagram. A gente quer dicas de viagem sim, mas quer dicas de programas legais, mas que caibam num orçamento mais apertado, quer dicas para não cair em furadas lá fora. Também não é normal participar de festas com várias celebridades num dia de semana qualquer. A gente também quer ver programas alternativos que estejam ao alcançe de todos!

E é ótimo saber o que tá rolando nas passarelas gringas e nacionais, porque é cultura, conhecimento... Não porque você tá sentada na primeira fila vestida da marca da cabeça aos pés. A gente quer conhecer as tendências e adaptá-las para nossa vida, nosso cotidiano e não "looks do dia" patrocinados que não tem nada haver com o clima, com o gosto e com o bolso das brasileiras

Ok, tem gente que pode ter isso tudo, com certeza existe um público que consome tudo isso e se identifica com esse alto padrão, mas não é a maioria, eu sei disso, vocês sabem disso e as blogueiras também, portanto, não tente no seu blog fingir que é. Quem tá ali dando audiência são meninas e mulheres que querem sim consumir, mas dentro de limites.

Enfim, gosto de blog que informa e não daqueles que só mostram belas fotografias e ostentação, que não é mais um blog de moda surreal, que é um blog de moda real e cultural.
Mas, por quê estou dizendo tudo isso? Eu cansei desse tipo de blog já faz um tempo, mas recentemente parei para pensar que talvez eles sejam uma péssima influência. O público da internet é em sua maioria jovens. Jovens que não possuem renda própria ou que estão entrando no mercado de trabalho agora e ainda aqueles que até tenham uma renda legal, mas não ao ponto de ter todos esses luxos. Jovens esses que podem ficar frustrados, criarem dívidas enormes ou atormentarem os seus pais por causa de um padrão de vida que parece ser o normal na internet, mas não é. Ainda bem que existem blogs maravilhosos com textos inteligentes!

03/10/2014

'Frozen" em "Once Upon a Time" funciona?

1 comentários
Desde o final da terceira temporada, Once Upon a Time está dividindo a opinião dos fãs sobre o enredo que será explorado na atual temporada. Para quem não conhece, Once Upon a Time é uma série que conta a história da Branca de Neve que junto com todo seu reino foi almadiçoada e só sua filha, agora com 28 anos e que cresceu no mundo "real", pode quebrar a maldição.... Alternando entre presente e passado, a série revisita e adapta os contos de fadas. E quando a Elsa, personagem do filme Frozen, da Disney apareceu, todos ficaram chocados, mas até agora um episódio após a estreia da quarta temporada na TV americana, uma grande parte dos fãs e da crítica especializada se pergunta se não é cedo demais para mexer nesse universo.
Esse texto contém spoillers!

Mas, como o Arendelle e seus habitantes foram apresentados?

A história das irmãs na série começa exatamente onde o filme termina, e não foram feitas mudanças drásticas no que as irmãs Elsa e Anna passaram, ao contrário de outros personagens como Branca de Neve, Rapunzel, Bela, Ariel... E isso é um ponto positivo, visto que a história é nova e ainda muito fresca na memória de todos, realmente seria muito cedo para desconstruí-la. Mas, isso também não significa que eles não mexeram de alguma forma em alguns acontecimentos, afinal, eles tem mais de 20 episódios de trama para exibir. 

Em Once Upon a Time, vemos o naufrágio do navio dos pais das princesas e que a mãe fez questão de deixar uma mensagem numa garrafa revelando um segredo às duas e jogá-la ao mar. A mãe aliás tinha um diário escondido que foi descoberto por Elsa! A rainha de gelo lê algumas páginas e se culpa pela morte dos dois, pois, aparentemente o real motivo da partida dele era a procura por uma cura para os problemas dela com neve e o lugar onde eles encontrariam as respostas é justamente na Floresta Encantada, que acompanhamos (eu pelo menos) desde a primeira temporada. E Anna parte para lá, sozinha, rumo ao desconhecido para ter mais informações sobre a morte de seus pais e sobre o lugar que eles estavam indo. E já sabemos que lá, ela encontra com o Príncipe David (Branca de Neve).

Enquanto isso em Storybrooke, no presente, Elsa está assustada, sem saber onde se encontra e solta um monstro de gelo contra os habitantes da cidade. O que já difere o comportamente da Elsa do filme, já que ela é um boa garota e depois de seus poderes serem desobertos, não tem razões para atacar ninguém (mas, claro que não sabemos da história completa dela até o momento da sua chega à Storybrooke).
Eu acho que até agora, as mudanças feitas foram acertativas, pois, pegaram coisas não exploradas no filme para trabalhar na série. Dá para explorar um pouquinho mais o universo de Frozen, que possuiu somente um filme, mas ficou guardado no coração de tanta gente e matar a saudade. Enfim, vale à pena conferir. A caracterização dos personagens tá incrível, a escolha das atrizes foi um grande acerto e com certeza ainda não é hora de torcer o nariz.

05/08/2014

Eu vi: Across The Universe

0 comentários
Ambientada nos anos 60 e embalada pelos Beatles, Across The Universe conta a história de Jude e Lucy, e a trajetória de seu grupo de amigos.
O musical que se passa nos anos 60 tendo como plano de fundo a guerra do vietnã, o movimento hippie, sexualidade, drogas e indecisão sobre o futuro narra a história de amor de Jude e Lucy. Jude (Jim Sturgess) é um garoto de liverpool que vai para os EUA atrás de uma nova vida, e Lucy (Evan Rachel Wood) é uma americana que vê sua "vida perfeitinha" ser abalada pela guerra. Os dois se encontram e a partir daí não é muito difícil de prever o restante do roteiro. Mas, isso não desmerece nem um pouco o que vemos nas mais de duas horas de duração do longa.

Mas, o que torna o filme especial mesmo além da linda direção, é claro que são as músicas dos Beatles. São 33 regravações escolhidas perfeitamente para cada momento do filme. A primeira música do filme é "Girl" que nos conta o que podemos esperar do romance e acaba lembrando um pouco do clipe do James Blunt. Em seguida a apresentação dos personagens fica por conta de "Hold me Tight", em duas versões que nos dão a atmosfera que cada um vive e a dimensão que os Beatles tiveram.
O inglês chega ao novo continente e logo de cara, no campus da Universidade de Princeton, conhece Max (Joe Anderson), irmão de Lucy. A amizade entre os dois rapazes é imedita. Morando em Nova York, eles conhecem a cantora Sadie (Dana Fuchs), o músico Jo-Jo (Martin Luther McCoy) e Prudence (T.V. Carpio), fechando assim o grupo de personagens principais à trama. Cada um com direito ao seu solo.

O filme tinha tudo para ser perfeito, tanto para fãs quanto para não fãs dos Beatles, mas a direção resolveu passar por todas as fases que os Beatles passaram e no filme, algumas cenas da fase psicodélica poderiam ter ficado de fora, assim como a personagem Prudence, que fica perdida no meio da história e só serve de pretexto para  "Dear Prudence" ser cantada.
Mas, não são só os Beatles que são homenageados no filme. Janis Joplin e Jimi Hendrix nos personagens de Sadie e Jo Jo. E o que são as músicas cantadas pela Sadie? De tirar o fôlego. Além da participação especial do Bono Vox.

Across The Universe é o retrato dessa geração. E esse retrato é feito através dos musicais, no começo os personagens tem vidas nomais, problemas cmomuns e assim são as números apresentados, logo após, eles se envolvem com política, drogas e guerra e a fase psicodélica chega à incomodar e então os números vão voltando ao normal e entrando nos eixos, assim como os personagens.
Eu amei! Com certeza recomendo à todos. Aos que são fãs da música e dos Beatles e querem "viver" aquela época e aos que não são tão conhecedores, é uma boa chance de fazer os anos 60 e 70 fazer seus olhos brilharem.

05/07/2014

Eu vi: Vampire Academy - O Beijo das Sombras

0 comentários
Baseado no primeiro livro da Série Academia de Vampiros de Richelle Read, O Beijo das Sombras, tem muita adrenalina, emoção, romance, terror e ação, onde três tipos de vampiros rodeiam o mundo: os Moroi, Strigoi e Dampiros. 
Rose é uma dampira, meio humana e meia vampira, guardiã da sua melhor amiga Lissa Dragomir, uma uma princesa Moroi. As duas estão há meses fugino da São Valdimir, escola para dampiros e moroi, mas são recapturadas pelo Guardião Dimitri Belikov. Os dampiros guerreiam com os Strigois, poderosos vampiros que se corromperam e precisam do sangue Moroi para manter sua imortalidade.
 

Escrito por Dan Waters e dirigido por Mark Waters, de Meninas Malvadas, o filme é sim juvenil, com muito orgulho disso. O que quero dizer, é que ultimamente os filmes adaptados de livros YA vem se levando à sério demais e esquecendo que o que faz sucesso nos livros sobrenaturais juvenis é justamente a junção entre o sobrenatural, adolescência e um toque de leveza. Estão sendo apresentados filmes com inteção de ser bastante sombrios, quando na verdade não são. Vampire Academy não tem essa pretensão, o que é o primeiro grande acerto da adaptação.

Quem leu os livros sabe o quanto Rose é engraçada e tanto roteio quanto atriz souberam trazer essa característica da personagem à tona. E ainda falando em Rose, não há como deixar de destacar o talento de Zoey Deutch, que trouxe para as telas uma Rose engraçada, irônica e confiante. Mas, no geral todo o elenco me surpreendeu positivamente. Danial Kozlovsky (Dimitri), Cameron Monaghan (Mason), Dominic Sherwood (Christian) e até minha prinipal dúvida, Lucy Fry(Lissa). Ela não foi perfeita, mas quase chegou bem perto do que imagivana para Lissa, não posso esperar para ver o crescimento de todos ao longo da franquia. No entanto, os personagens Mia Rinaldi e Diretora Kirova não foram bem explorados no filme, não deu pra entender muito bem o que eles quiseram fazer com as personagens. Mas, acho que é normal unsnão terem tanto destaque num filme com tantos personagens. No tempo certo, cada um terá seu desenvolvimento.

Meu único problema com o filme foi o tempo. Ficou parecendo algo corrido, cheio de cortes e com pressa de mostrar o desfecho. Senti falta das sessões de treino entre Dimitri e Rose, do relacionamenteo entre Christian e Lissa e até do envolvimento de Rose com as aulas de guardiã. Esse é, na verdade, um filme de apresentação para o universo de Vampire Academy, por isso, a história pode parecer não ter fôlego para um continuação Mas, se você não leu os livros, vai a dica, veja! O enredo se abrange ao ponto de "explodir mentes". 
Falando da adaptação em si, acho que a transição de livro para filme foi bem feita. Quem leu o livro consegue "sentir" a história e reconhecer os personagens e quem não leu não fica perdido no meio de morois, strigois e dampiros. Eles encontraram uma maneira bem dinâmica de explicar. As cenas de luta são boas, existe química entre os casais principais e principalmente, a essência do livro foi mantida. 

Mesmo que você ache que já tá mais que na hora de superar os vampiros, vale à pena dar uma chance à Vampire Academy. Talvez, o mega sucesso não tenha vindo por conta disso. Vejam o filme na Net ou no NetFilx e ajudem à continuação sair do papel.

Nem preciso dizer que passa no Bechdel Test com louvor.

30/05/2014

Ei vi - Namoro ou Liberdade

0 comentários
Namoro ou Liberdade gira em torno de três amigos, Jason, Mike e Daniel, todos na faixa dos 20 e poucos anos, e solteiros.
Mas, enquanto Jason (Zac Efron) e Daniel (Miles Teller) trabalham juntos e se orgulham de serem garanhões, Mike (Michael B. Jordan) ficou solteiro à contragosto, sua esposa confessou que o traiu e quer o divórcio. Para dar apoio ao amigo, os três fazem um pacto de solteirice. Só que o momento não poderia ser menos inoportuno porque Mike quer uma nova chance com a esposa, e Daniel e Jason, os garanhões, estão começando à ser fisgados.
Apontado como machista por diversos críticos, eu concordo com eles. Porque o filme mostra que as mulheres são seres carentes em busca de um relacionamento e são os homens que comandam quando isso deve virar um algo à mais. Talvez vocês que viram o filme, pode pensar "Não, peraí. Tem personagens femininas que demonstram o mesmo despredimento que eles". Será? Ou elas somente dizem o que eles querem para não perder o pouco do afeto que tem pelos homens? E a única mulher que aje como eles, se torna a "vilã" do filme. 

Além disso, as mulheres que são as "dignas de um relacionamento" no filme, apresentam características masculinas. Ou seja, conclui que a mulher ideial, na verdade, é um deles vestindo saias, só que sem a parte de pegar todo mundo. Acho que é tratar relacionamentos de uma forma banal.
O filme é quase uma comédia pastelão, né? Então, não poderíamos esperar um aprofundamento tão grande sobre qualquer coisa. Mas, nem a comédia funciona direito no longa. Algumas tiradas são engraçadas, mas não dá pra gargalhar alto em nenhum momento. Pelo contrário, dá até um pouquinho de vergonha alheira.

Namoro ou liberdade também acaba estereotipando os homens como seres bobos que constroem a amizade em cima de piadas sobre pênis e cocô. Quando enfim, os personagens masculinos dão sinais que de amadurecendo, já está tão perto do final que parece irreal alguém mudar assim do dia para a noite.

Vi preparada para gostar, mas não curti muito. Valeu à pena para ver como  dinâmica entre Miles Teller e Michael B. Jordan que serão Sr. Fantástico e Tocha-Humana no reboot de 'O Quarteto Fantástico".

Bechdel Test? Tem duas ou mais garotas com nome , mas elas nem se falam.

21/05/2014

Série - Salem

0 comentários
Séries com seres sobrenaturais, quem não gosta? De Vampire  Diaries à Game Of Thrones, a Tv americana está repleta de sucessos envolvendo o mundo sobrenatural. E dessa vez, as bruxas vão ganhar destaque em seu reduto mais famoso, Salém. Produzida pela WGN America a série é ambientada nos Estados Unidos do século 17 e acompanha John Alden, um guerreiro que retorna após 7 anos longe de Salém e descobre que a cidade está em meio a uma grande caça ás bruxas.

O que achei do piloto?

Bom e muito promissor! 

Depois de ver várias séries que acompanho entrando em hiatus, sempre procuro novas opções para testar, numa dessas acabei vendo o piloto de Salem (obrigado pela dica Larissa Siriani) e não me decepcionei. 


A série é tensa e logo no piloto somos apresentados ao que esperar da série. Sangue, sexo, religião, rituais de sacrifício, romance e morte. Toda a atmosfera criada pelos produtores para nos fazer "comprar" essa ideia foi excelente. O figurino, o cenário, os efeitos visuais, a fotografia... Enfim, tudo te leva para um clima sombrio e de suspense.  O roteiro e a direção também foram excelentes, nada de enrolação para nos mostrar quem é quem nessa trama, mas ainda sim, com a dúvida de quem é o mocinho e quem é vilão. Puritanos ou bruxas? Qual lados devemos apoiar? Não dá para saber. 

Tudo muito bem cuidado pela WGN America, que não implacava um sucesso há tempos, aliás a segunda temporada já foi encomendada. Outro ponto positivo é o elenco, que conseguiu passar a tensão que a série exige. E ter o Shane west de volta às telas é um bônus. Mas, apesar de serem bons individualmente, o casal não conseguiu me convencer muito. 

Outra coisa interessante é o fato dos criadores  terem adicionado personagens reais da época, como Tituba (Ashley Madekwe), Cotton Mather (Seth Gabel) e Giles Corey, que teve um breve aparecimento antes de ser esmagado por pedras no final do episódio. Cena real, inclusive.

Como já disse, a série tem um clima sombrio e as cenas, igualmente, dá para dar uns pulos da cadeira de vez em quando. Por isso, se você gosta de séries leves sem violência ou susto, Salem pode não ser a melhor opção. Eu continuarei, mas espero que a história não siga por uma linha muito parecidas com à outras sobrenaturais, especialmente American Horror Story: Coven, Witches of East End.

02/04/2014

Série: The 100

5 comentários

Baseada no livro de mesmo nome, a série The 100 é novidade do canal CW, conhecido por fazer TV para o público jovem.

A série mostra um futuro 97 anos após um cataclisma nuclear extinguir a população do Planeta Terra. Os únicos sobreviventes da raça humana, aproximadamente 400 pessoas, foram as pessoas que estavam nas estações espaciais, que chegaram a ser 12 delas, mas que hoje se tornou apenas uma, conhecida como A ARCA. Como a coisa está complicada na estação espacial depois de quase um século, os líderes decidem enviar 100 pessoas para a superfície da Terra, para verem se o local é ou não novamente habitável. Lá, essas cem pessoas deverão sobreviver não só apenas às condições hostis do planeta, mas também aprender a sobreviver um ao outro.

O que achei do piloto 
Esse aí é o "galã" da série

Pra começar, queria dizer que a sinopse foi a mais promissora entre todas as estreias da CW, que pelo jeito resolveu que tem que ter um Sci-fi juvenil na grade de qualquer maneira.

Mas, eis que o piloto prova como uma coisa é a sinopse e outra coisa são os capítulos. A série tem muitos furos, muitas inconsistências e deixou a desejar. 

Por quê? 

Imaginam a cena... Todos os humanos sobreviventes da Terra estão no espaço, numa nave que está com o prazo de validade esgotando e ninguém pisa no planeta por 97 anos. Eles acham que 100 é o suficiente para o planeta ser populado novamente, mas, ninguém sabe como estão as condições de vida, se ao menos existe vida e se algum dia humanos conseguirão sobreviver lá de novo. Então, eles precisam testar e enviam para lá 100 pessoas que possam comprovar essa teoria e salvar a nação.


Aí você pensa que eles vão mandar um grupo de cientistas e soldados equipados para estudar e informar se já é possível voltar, e preparados para se defender de possíveis ameaças, mas na série, os escolhidos são 100 adolescentes... Destreinados, despreparados e que eram prisioneiros na Arca. Ahh, esqueci de mencionar que não há nenhuma supervisão também? Vocês confirariam suas vidas nesses cientistas gênios que tiveram essa ideia? Bom, só aí me desanimei com o plot.  Eles ainda perdem a comunicação com a nave logo na chegada e o único vínculo que resta com a arca é um bracelete que monitora seus sinais vitais. Mas, eram todos considerados criminosos!!! Que criminoso quer ser monitorado quando encontra a liberdade? Ainda por cima um bando de adolescentes "rebeldes sem causa", e que apesar de tudo, só querem se divertir? Tudo bem que o público da CW é jovem, mas daí já é querer subestimar a capacidade de pensamento dos adolescentes, né? 

O que dá esperança na série são as surpresas que os aguardam na Terra. Oremos!

26/03/2014

Série: Star-Crossed

2 comentários
Star-Crossed é a nova série da CW, com apenas 6 episódios exibidos na TV americana. A trama é a mistura entre dramas juvenis e ficção cientícia. 

Quando tinha 6 anos, Emery viu uma espaçonave pousar em sua cidade. Uma luta começou entre os humanos e os Atrianos, o grupo de alienígenas recém-chegados, mas Emery fez amizade com Roman, um garotinho também de 6 anos que tentou se esconder perto de sua casa. Quando ele é capturado e mantido preso, Emery passa a acreditar que Roman estava morto. Anos depois, quando ele e mais seis atrianos sãoa autorizados à ir para a escola, os dois precisam lutar contra os poderosos e contra a mentalidade das pessoas para poderem manter o laço que criaram há tanto tempo.


O que achei do piloto

Uma das estreias mais aguardadas pelos fãs da CW estreou e empolgou, demorei um pouco pra testar, mas acabei vendo, afinal, sempre confiro os pilotos da CW. 

Eu gostei, não vou mentir.  Tem a marca CW estampada e dá quase para se perguntar se ela não foi adaptada de um YA. Aliás, me lembrou um pouco o pilot de Vampire Diares, só que dessa vez com aliens! 

A trama foca de começo em Emery e seu possível amor, Roman. Ele, como toda sua espécie, possui algumas tatuagens pelo corpo, o que parece ser a única forma de diferenciá-los dos humanos. Ela passou 4 anos sem ir a escola devido a uma deficiência imunológica, mas na verdade parece que saiu de um comercial de creme hidratante. Já dá pra perceber a química rolando sotla quando os dois se falam? E nem preciso comentar sobre o segundo interesse amoro para Emery, que aliás, nem precisava já que a série se sustentava somente com o casal principal e os plots legais que já rolaram.

Já teve gente morrendo, revelação de segredo alienígena, motivos de sobra para o amor dos dois ser conturbado, brigas na escola, possível rebelião alien...

Mas, CW é CW, e em meio à brigas intergaláticas, o que importa para mocinha é ser popular e se enturmar com a galera, além de descobrir os segredos mais obscuros do ser sobrenatural em questão enquanto coloca seus amigos em perigo.

O episódio focou legal na tensão entre humanos e atrianos, e dá pra perceber que existe a intenção de fazer uma crítica ao preconceito, seja racismo, homofobia e etc. Mas, fica mais pra ficção mesmo, já que não vemos uma diversidade grande de biotipos entre os atores principais. São todo lindos, de olhos claros, sarados... Faça o que digo, mas não faça o que faço, não é assim o ditado?

Ainda é cedo pra ver se a trama vai se aprofundar nesse quesito, mas para o pilot tá de bom tamanho, continuarei acompanhando. Mas, deixo a ressalva de que se talvez se aprofundasse mais e deixasse de lado aquelas baboseiras de "líder de torcida vilãzinha" ficaria DEMAIS! 

E vocês, viram? O que acharam? 


22/02/2014

Eu vi - Questão de Tempo

1 comentários
Se você gosta de comédia romântica, mas está cansado(a) de clichês, Questão de Tempo é a pedida. Um filme divertido, inteligente, simples e bonito.
Tim (Domhnall Gleeson) é um sujeito que ao completar 21 anos recebe a notícia do pai (Bill Nighy) de que os homens de sua família conseguem voltar no tempo, mas somente para momentos em que eles próprios tenham vivido. E se falando assim você pensou que este é um filme sobre viagem no tempo, está enganado. Com uma vida modesta, porém feliz, o único objetivo de Tom com seu "poder" é bem simples: conquistar um grande amor. Após deixar o interior da Inglaterra e ir tentar a vida em Londres, seu caminho cruza com o de Mary (Rachel McAdams) uma americana linda e encantadora.
Dirigido por Richard Curtis, responsável Simplesmente Amor, e roteirista em sucessos como Um Lugar Chamado Nothing Hill, Quatro Casamentos e Um Funeral, o filme segue o mesmo padrão de seus antecessores, falar de amor de uma forma simples e muito sutil.
E não só o amor de Tim e Mary, o mais comovente nesse filme é a relação entre pai e filho. E sofremos com Tim quando ele se encontra numa encruzilhada, e tem que deixar seu pai para trás. E então percebemos a verdadeira intenção desse roteiro maravilhoso. Que apesar de uma pitada de fantasia, se assemelha tanto com nossas vidas. Grande parte disso se deve aos atores, Domhnall Gleeson é um cara comum, não é um galã, é até meio esquisito e em sua busca pelo amor é impossível não gerar empatia. Rachel McAdams também está ótima nesse filme, aliás ela já provou que sabe como nenhuma outra dar vida à essas personagens mais próximas do público. E Bill Nighy, rouba a cena toda vez que está presente. O cenário é lindo, tanto no interior quanto em Londres, as cenas são muito delicadas e ficamos apaixonados.
A viagem no tempo é apenas o gancho necessário para Tim perceber a importância de viver cada momento, de olhar cada dia com bom humor e que se esse dia for bem vivido não é necessária nenhuma viagem.

11/02/2014

Eu vi - Frozen, Uma Aventura Congelante

2 comentários
Podem falar o que quiser, mas eu AMO um bom filme da Disney. Ainda mais quando a Pixar está envolvida.


Inspirado no conto de fadas "A Rainha da Neve", do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805–1875), criador de "A Pequena Sereia". Em "Frozen, Uma Aventura Congelante" conhecemos as pequenas irmãs Elsa e Anna, que vivem na pequena Arendell e se adoram. Mas por causa de um dom, que está mais para maldição, já que tudo o que ela toca vira gelo, Elsa passa à viver num cômodo isolado do castelo. Já crescidas e órfãs, Elsa se torna rainha mas um acidente envolvendo seus poderes fazem com que ela fuja e se isole do mundo, deixando o reino condenado ao frio eterno. Disposta a convencê-la a desistir da solidão, Anna parte numa jornada de descobertas para que as duas possam voltar a conviver juntas e ao lado de todos. 


A trama é simples, as cenas são lindas, e os personagens extremamente apaixonantes. Desde os humanos como as irmãs protagonistas, Elsa a mais velha e fechada, e Anna, a caçula sapeca. Até os fantasiosos como os trolls, o alce Sven e o boneco de neve Olaf (que sonha com o verão!), que não tem como não adorar.



O filme é repleto de músicas, o que não me incomodou. Pelo contrário achei as canções bem bonitinhas, destaques para "Você quer brincar na neve?" e "Livre Estou" versão da música da Demi Lovato "Let It Go". 

Eu gosto de princesas... Sou fã da Branca de Neve, da Bela Adormecida e até curto a Cinderela, mas também sou capaz de admitir que talvez seus filmes não sejam lá grandes coisas quando pensamos no que eles estão dizendo para as meninas. Mas, Frozen é diferente, aposta num tipo diferente de amor, o fraternal. A mensagem que a Disney tenta passar nesse filme mostra uma tendência que acompanha "Enrolados" e "Valente", onde as mocinhas são mais independentes e corajosas, onde o perfil casamenteiro não faz mais parte da trama central, pelo contrário, eles brincam com isso. Enquanto Anna vai à luta, o príncipe fica em "casa" cuidando das coisas e a reviravolta final confirma que o filme é sobre amor, sacrifícios, mas passa bem longe do beijo do príncipe encantado.

Seguidores

 

Loucas Por Livros Copyright 2009 All Rights Reserved Baby Blog Designed by Ipietoon | All Image Presented by Online Journal