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03/10/2014

'Frozen" em "Once Upon a Time" funciona?

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Desde o final da terceira temporada, Once Upon a Time está dividindo a opinião dos fãs sobre o enredo que será explorado na atual temporada. Para quem não conhece, Once Upon a Time é uma série que conta a história da Branca de Neve que junto com todo seu reino foi almadiçoada e só sua filha, agora com 28 anos e que cresceu no mundo "real", pode quebrar a maldição.... Alternando entre presente e passado, a série revisita e adapta os contos de fadas. E quando a Elsa, personagem do filme Frozen, da Disney apareceu, todos ficaram chocados, mas até agora um episódio após a estreia da quarta temporada na TV americana, uma grande parte dos fãs e da crítica especializada se pergunta se não é cedo demais para mexer nesse universo.
Esse texto contém spoillers!

Mas, como o Arendelle e seus habitantes foram apresentados?

A história das irmãs na série começa exatamente onde o filme termina, e não foram feitas mudanças drásticas no que as irmãs Elsa e Anna passaram, ao contrário de outros personagens como Branca de Neve, Rapunzel, Bela, Ariel... E isso é um ponto positivo, visto que a história é nova e ainda muito fresca na memória de todos, realmente seria muito cedo para desconstruí-la. Mas, isso também não significa que eles não mexeram de alguma forma em alguns acontecimentos, afinal, eles tem mais de 20 episódios de trama para exibir. 

Em Once Upon a Time, vemos o naufrágio do navio dos pais das princesas e que a mãe fez questão de deixar uma mensagem numa garrafa revelando um segredo às duas e jogá-la ao mar. A mãe aliás tinha um diário escondido que foi descoberto por Elsa! A rainha de gelo lê algumas páginas e se culpa pela morte dos dois, pois, aparentemente o real motivo da partida dele era a procura por uma cura para os problemas dela com neve e o lugar onde eles encontrariam as respostas é justamente na Floresta Encantada, que acompanhamos (eu pelo menos) desde a primeira temporada. E Anna parte para lá, sozinha, rumo ao desconhecido para ter mais informações sobre a morte de seus pais e sobre o lugar que eles estavam indo. E já sabemos que lá, ela encontra com o Príncipe David (Branca de Neve).

Enquanto isso em Storybrooke, no presente, Elsa está assustada, sem saber onde se encontra e solta um monstro de gelo contra os habitantes da cidade. O que já difere o comportamente da Elsa do filme, já que ela é um boa garota e depois de seus poderes serem desobertos, não tem razões para atacar ninguém (mas, claro que não sabemos da história completa dela até o momento da sua chega à Storybrooke).
Eu acho que até agora, as mudanças feitas foram acertativas, pois, pegaram coisas não exploradas no filme para trabalhar na série. Dá para explorar um pouquinho mais o universo de Frozen, que possuiu somente um filme, mas ficou guardado no coração de tanta gente e matar a saudade. Enfim, vale à pena conferir. A caracterização dos personagens tá incrível, a escolha das atrizes foi um grande acerto e com certeza ainda não é hora de torcer o nariz.

18/03/2014

Uma nova adaptação de "A Pequena Sereia"?

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Sim, é verdade. 

Depois da Branca de Neve ter chegado aos cinemas com dois filmes (Branca de Neve e o Caçador e Espelho, espelho Meu), e a versão da Malévola (Bela Adormecida) estar saindo do forno, mais uma princesa vai ganhar seu próprio live-action (com atores reais), A Pequena Sereia. E as negociações já estão bem avançadas.

Sofia Coppola é uma forte candidata à direção da versão do conto de fadas de Hans Christian Anderson, produzida pela Universal Pictures e Working Title. Caroline Thompson de Edward, Mãos de Tesoura está reescrevendo o roteiro, sobre a sereia disposta à tudo para ganhar pernas e viver na terra depois de se apaixonar. Rascunhos anteriores foram feitos por Kelly Marcel e Abi Morgan, roteiristas de Cinquenta Tons de Cinza e Shame respectivamente.


Sofia Coppola estreou como diretora com As Virgens Suicidas (1999), uma adaptação do romance de Jeffrey Eugenides, depois O Amor É Um Lugar Estranho (2003, pelo qual recebeu o Óscar de Melhor Argumento Original), Maria Antonieta (2006) e Algures (2010). Seu filme mais recente foi Bling Ring, A Gangue de Hollywood, de 2013, protagonizado por Emma Watson.

11/02/2014

Eu vi - Frozen, Uma Aventura Congelante

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Podem falar o que quiser, mas eu AMO um bom filme da Disney. Ainda mais quando a Pixar está envolvida.


Inspirado no conto de fadas "A Rainha da Neve", do dinamarquês Hans Christian Andersen (1805–1875), criador de "A Pequena Sereia". Em "Frozen, Uma Aventura Congelante" conhecemos as pequenas irmãs Elsa e Anna, que vivem na pequena Arendell e se adoram. Mas por causa de um dom, que está mais para maldição, já que tudo o que ela toca vira gelo, Elsa passa à viver num cômodo isolado do castelo. Já crescidas e órfãs, Elsa se torna rainha mas um acidente envolvendo seus poderes fazem com que ela fuja e se isole do mundo, deixando o reino condenado ao frio eterno. Disposta a convencê-la a desistir da solidão, Anna parte numa jornada de descobertas para que as duas possam voltar a conviver juntas e ao lado de todos. 


A trama é simples, as cenas são lindas, e os personagens extremamente apaixonantes. Desde os humanos como as irmãs protagonistas, Elsa a mais velha e fechada, e Anna, a caçula sapeca. Até os fantasiosos como os trolls, o alce Sven e o boneco de neve Olaf (que sonha com o verão!), que não tem como não adorar.



O filme é repleto de músicas, o que não me incomodou. Pelo contrário achei as canções bem bonitinhas, destaques para "Você quer brincar na neve?" e "Livre Estou" versão da música da Demi Lovato "Let It Go". 

Eu gosto de princesas... Sou fã da Branca de Neve, da Bela Adormecida e até curto a Cinderela, mas também sou capaz de admitir que talvez seus filmes não sejam lá grandes coisas quando pensamos no que eles estão dizendo para as meninas. Mas, Frozen é diferente, aposta num tipo diferente de amor, o fraternal. A mensagem que a Disney tenta passar nesse filme mostra uma tendência que acompanha "Enrolados" e "Valente", onde as mocinhas são mais independentes e corajosas, onde o perfil casamenteiro não faz mais parte da trama central, pelo contrário, eles brincam com isso. Enquanto Anna vai à luta, o príncipe fica em "casa" cuidando das coisas e a reviravolta final confirma que o filme é sobre amor, sacrifícios, mas passa bem longe do beijo do príncipe encantado.

02/08/2013

Resenha - Simplesmente Ana - Marina Carvalho

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Ana Carina tem 20 anos é mineira de BH, estuda direito na PUC e... Descobre que seu pai é o Rei de um pequeno país na Europa chamado Krósvia. Um dia ao entrar na internet, se depara com a seguinte mensagem no facebook "Desculpe, mas acho que sou seu pai!"

A partir daí a vida da menina vira de cabeça para baixo. Além de ganhar um pai, fica sabendo que sua mãe mentiu durante os 20 anos e decide passar um tempo em Krósvia pra conhecer melhor seu pai Andrej (pronuncia-se Andrei).

No início parece que leremos uma versão brasileira de O Diário da Princesa, da Meg Cabot, mas o desenvolvimento nos prova o contrário.

Marina Carvalho, a autora, é brasileiríssima, e Ana, a personagem é completamente apaixonada pelo país. Por isso, mesmo quando está em Krósvia tenta manter alguns hábitos da nossa cultura. Ela ensina uma manicure à fazer unha à brasileira, prepara brigadeiro, feijoada e pão de queijo para seus novos amigos e ensina a todos o significado da palavra saudade.

Em Krósvia, Ana conhece o enteado de sue pai. Um rapaz de 25 anos que à princípio parece desconfiar dela, mas que com o tempo vai amolecendo e os dois se veem envoltos em sentimentos confusos. Alexander, ou Alex para os íntimos, é lindo, forte e bem charmoso. Em pouco tempo Ana está completamente apaixonada, mesmo que adore negar.

O livro é um chick-lit que não fica devendo em nada para as autoras internacionais. Achei o comecinho um pouco corrido, mas precisava de tempo pra criar o romance de Ana e Alex, né? E isso vem na medida certa. É narrado em primeira pessoa e a escrita da Marina é bem fluída. 

Senti falta de mais interação de Ana com o pai, Andrej, apesar dele ser um fofo e se esforçar para que o tempo perdido fosse compensado. Afinal de contas, ela foi pra Krósvia por ele. E pensei que veríamos mais sobre tradições das famílias reais, que Ana tivesse algum impacto e treinamento com o novo status, mas não, essa parte foi pouco desenvolvida. A única coisa que marca essa nova condição é a mídia atrás da garota.

Ana não é uma personagem perfeita, por isso, muitas vezes você vai estar super amando e outras super odiando. Lá no finalzinho, na briga com Alex, dá vontade de socar. Mas, isso é um ponto positivo. Odeio personagens perfeitinhas. Às vezes, ela é um pouquinho egoísta, fresca e até preconceituosa. 

Mas, nem tudo é perfeito e tiveram umas coisinhas que me incomodaram durante a leitura. A fixação nos biquínis e calcinhas fio dental foi uma delas. 

Os personagens secundários, a mãe e a avó de Ana, sua melhor amiga, seu quase namorado que fica no Brasil, sua nova família e o pessoal do castelo são super gente boa e completam o livro. E o mistério envolvendo o marido da tia, deixa uma ponta solta para uma possível continuação.

Todo conto de fada merece uma bruxa má e esse cargo caiu nas mãos de Laika, a namorada de Alex. E aí está outro ponto que me incomodou, a infantilidade de Ana em ficar chamando a namorada do outro de Nome de Cachorro em tooodas as falas. Mesmo que com esse comportamento deixe bastante claro que Ana está caidinha por Alex.

Outra coisa é que apesar de ser um livro escrito por uma mulher, sobre uma mulher e com a narrativa feminina, ele às vezes é um pouco machista. Por exemplo, no momento em que Ana  vai para a cama com Alex e o mundo acaba desabando aos seus pés, ela diz a frase "se tivesse sido uma boa menina." Mas isso não é uma crítica à autora em si, já que percebo esse tipo de fala e pensamento das personagens em quase todos os livros, é algo que está presente já na nossa cultura, mas que temos que fazer uma forcinha pra ultrapassar! 

29/06/2013

Cinco livros sobre... Princesas

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Qual foi a garota que não cresceu ouvindo história de princesas? Inclusive existem controvérsias quanto à influência delas no desenvolvimento psicológico das meninas. Mas, seja bom ou ruim! Cinderela, Branca de Neve, Rapunzel e cia são parte de nossas infâncias e por isso, nesse mês resolvi falar das princesas mais modernas, aquelas que estão aparecendo nos livros YA. E lendo as sinopses dos livros escolhidos, precebi que sempre podemos "comparar" as estórias com os contos de fada.


                        O Diário da Princesa                     


Mia Thermopolis, uma garota nova-iorquina comum, descobre, de repente, ser a herdeira de um reino europeu. Ela vai, então, morar com seu pai, para aprender a agir como a verdadeira nobre que é. Mas sua avó, a velha princesa Genovia, acha que ela tem muito a aprender antes de poder subir ao trono.

Por que indiquei? Meg Cabot, esse nome bastaria para justificar minha escolha. Foi essa autora que fez minha paixão por livros crescer, me fez amar um personagem pela primeira vez. Então, nada mais justo que colocar sua série mais famosa nesse post.





                       A Última Princesa                         


Todos sabem como é a vida de uma princesa: cheia de luxos e mordomias, cercada de servos devotados sob o teto de um belíssimo castelo. Mas para a nossa protagonista, a Última Princesa de um reino encantado, esses mimos e riquezas são apenas os muros de sua prisão. Banida de seu verdadeiro lar por um poderoso feiticeiro, a Princesa acabou esquecida pelo seu próprio povo. Até o dia em que ela recebe a visita de um misterioso inventor chamado Alberto. Criador de maravilhas tecnológicas, ele acredita que “inventar é imaginar”, e lhe apresenta um mundo mágico, com animais mecânicos que cantam e dançam e uma casa encantada que surge nos lugares mais improváveis. O sonho mais ambicioso de Alberto é construir a Ave de Rapina: uma máquina mágica capaz de libertar sua Princesa… mas, para isso, ela também precisará enfrentar seus medos e quebrar sua maldição

Por que indiquei? Vi resenha bem favoráveis sobre o livro e realmente quero dar uma chance. Esse é o primeiro Ya do Fábio Yabu e devemos sempre acreditar no potencial dos autores nacionais. Além disso, olha que arte linda essa da capa! 

              Muito mais que uma princesa             

Filha ilegítima de um príncipe e de uma famosa cortesã, Lucia viveu confinada em escolas e conventos durante a maior da vida. Mas, essas experiências não a impediram de provocar um escândalo depois do outro. Exasperado, o príncipe Cesare de Bolgheri decide que a filha deveria se casar o quanto antes. Para arranjar o casamento, Sir Ian Moore, o mais respeitado diplomata britânico, é chamado às pressas. De volta à Inglaterra, ele promete a si mesmo que achará um marido para Lucia, mas logo vê que sua experiência de diplomata talvez não seja suficiente para quebrar a resistência da moça. Apesar de não faltarem candidatos, nenhum está à altura do espírito e da paixão de Lucia.


Por que indiquei? Sempre que leio essa sinopse tenho muita vontade de ler, além disso, as resenhas são bem contrárias e gostaria de ter minha própria impressão sobre o livro.




                 No Fundo do Amor                         


Lily Sanderson é metade humana, metade sereia... Ah, e não uma sereia qualquer: é uma princesa de Thalassínia que resolveu tomar novos ares e viver em terra firme. Enquanto dribla seu vizinho chato, Lily tenta chamar a atenção do perfeito Brody Bennet. Ela apenas espera que seus planos não naufraguem..

Por que indiquei? Já vimos três tipos de princesas, nenhuma tão excêntrica quanto essa. achei que seria legal colocar uma princesa do fundo do mar! 






                     A Última Princesa              



Quando um revolucionário implacável decide tomar o poder, ele faz da família real seu primeiro alvo. Muito sangue é derramado no Palácio de Buckingham e apenas a Princesa Eliza, de 16 anos, consegue escapar.
Determinada a matar o homem que destruiu sua família, Eliza se junta às forças inimigas, disfarçada. Ela não tem mais nada pelo que viver a não ser vingança. Até conhecer alguém que lhe ajuda a lembrar o que é ter esperança ? e amar ? outra vez. 

Por que indiquei? Dois livros com o mesmo nome perceberam? Gostei da proposta. Buckingam atacado, hein? 




Então, já leram algum? Tem vontade de conferir alguns dos títulos? Minha lista de livros é enorme, mas dá sempre pra incluir um ou outro.

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