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08/04/2015

Eu vi: Maze Runner - Correr ou Morrer

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Um garoto desmemoriado é jogado dentro de um labirinto com perigos mortais. Essa é a premissa de Maze Runner - Correr ou Morrer, adaptação cinematográfica do livro de James Dashner.


Se você está pensando que este filme é mais um que chegou na onda dos distópicos - Jogos Vorazes, Divergente e cia - acertou. No entanto, isso não o torna menos interessante, pelo contrário, durante toda a história queremos saber mais sobre o misterioso lugar. 

O filme é iniciado com o protagonista Thomas subindo num elevador de carga, com mais alguns mantimento e chegando á Clareira, que além de possui um bosque, é cercada por um muro que abriga um labirinto.  Um detalhe, Thomas está desmemoriado. E assim como ele não temos ideia do que está acontecendo ou o motivo, tudo o que nos resta é acompanhar o desenvolvimento. Gostei que o filme reflete bem a sensação que temos do outro lado da tela. Tudo que aprendemos e conhecemos é o que Thomas vai aprendendo e conhecendo, nossa curiosidade é representada pela curiosidade do garoto, e mesmo não tendo lido o livro, adorei a história. Uma espécie de Jogos Vorazes, sem avisar aos participantes para onde eles estão indo e o que tem que fazer para sobreviver.

Os atores também estão bem em seus papéis e vemos diferenets perfis naquele meio hostil e desconfiado. E o destaque merecido vai para Dylan O'Brien, que já vinha desempenhando um ótimo trabalho na série Teen Wolf, e que agora consegue um lugar na lista do teens do momento. Cenário, figurino e trilha sonora também ok. Não é à toda que foi uma das grandes supresas no mundo das adaptações, conquistando bastante público!


Mas, apesar de todos esses pontos positivos, achei a história toda muito corrida. Acredito que tinham muitas coisas para mostrar e pouco tempo em tela. Mas, ok, veremos como a continuação se sai. Quem está ansioso???

Bom, o filme quase todo não aparece uma menina, quando ela chega, é a única, então, não passa do Teste de Bechdel!


16/10/2014

Novo trailer de "A Espeança - Parte 1"

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O último trailer de A Esperança - Parte 1 acaba de ser lançado, ele é curto e foca na Katniss visitando sua antiga casa, o Distrito 12. Ao fundo ouvimos a trilha oficial feita pela Lorde. O filme chega aos cinemas brasileiros no dia 19 de novembro de 2014, dois dias anets do lançamento mundial.

10/10/2014

Eu vi: O Doador de Memórias

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Eu preciso começar essa crítica deixando bem claro que eu não li o livro, portanto, minha opinião será baseada somente no que vi nas telas. E levando em consideração que o público alvo do filme são os jovens, tenho que bater palmas pelo excelente trabalho artístico e visual que o diretor se arriscou em fazer. O ínicio é todo em preto e branco, lembrando os grandes clássicos, mas a escolha de usar este artifício se encaixa na história.
Jonas (Brenton Thwaites), vive num mundo totalitarista, onde cada pessoa tem que cumprir seu papel sem direito à escolha, para o "bem maior" da sociedade. Apesar disso, ninguém está insastisfeito. Pois, em seu mundo, não existe dores, sofrimento, ganância, inveja ou algum tipo de sentimento ruim. E a comunidade abdicou de recordações, costumes, cores e interferências ambientais, em busca de harmonia. O único que possuiu esse conhecimento é o Receptor e Jonas foi escolhido para ser seu sucessor. Pelos olhos de Jonas, acompanhamos o ínicio do filme em preto e branco, assim como todos os habitantes daquele local veêm o mundo, mas quando Jonas começa à receber as memórias, começa também à enxergar o mundo de uma nova maneira, com novas cores e o filme aos poucos vai se transformando.
O livro, escrito em 1993 por Lois Lowry, virou obrigatório nas escolas americanas por seguir uma narrativa mais filosófica, cujos conflitos não se dão por pura rebeldia, mas sim por uma maior compreensão social. Não existem jogos ou disputas. Por isso, todas as comparações que vi entre esse filme e outros sucessos como Jogos Vorazes e Divergente é injustificável. E justamente esse diferencial (o desenvolvimento mais filosófico) se perde nas tentativas dos realizadores em criar conflitos e cenas de ação para se enquadrar nos padrões estabelecidos pelos filmes já citados. Ele tentou pegar uma carona no sucesso deles, mas poderia ter ido muito mais além. O que era para se tornar um clássico, é apenas mais um filme distópico adolescente. O que também não significa que é um filme ruim, apenas é triste ver tanto potencial ser desperdiçado.
O filme tem nomes conhecidos no elenco, como Katie Holmes e Alexander Skarsgard. E uma breve participação da Taylor Swift, mas são as atuação de Meryl Streep e Jeff Bridges que chamam atenção. Enfim, não é um filme espetacular, mas que valeu muito à pena por despertar o interesse pelo livro e pelas ótimas cenas em preto e branco. 

Não reparei se o filme passa no Teste de Bechdel, mas no geral não há muitas mulheres conversando não.
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16/07/2014

Resenha - Insurgente - Veronica Roth

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Insurgente é o segundo livro da trilogia Divergente, escrito por Veronica Roth e publicado no Brasil pela Editora Rocco.

O livro começa exatamente onde o outro termina e o problema maior disso foi que parece que os dois volumes foram escritos juntos e desmembrados depois, ou seja, vários fatos e personagens não são relembrados, simplesmente são mencionados como se tivessémos acabado de ler Divergente e fiquei um pouco perdida até me situar novamente nesse mundo distópico. Mas, superado essa pequena barreira, a leitura fluiu super bem.

Tris tem que lidar com o trauma do que aconteceu durante a simulação comandada pela Erudição e a nova situação de seu mundo, a abnegação está quase extinta, a audácia partida ao meio, a erudição continua querendo controlar à todos, e a amizade e franqueza parecem não querer se posicionar.

Na resenha de Divergente, comentei que não consegui compará-lo com outros livros distópicos, mas nesse, os fãs que me perdoem, ficou impossível não relembrar de Katniss enquanto lia partes da relação de Tris e Jeanine. Mas, a trilogia não perde seu charme. O livro é repleto de ação. Quando achei que ia dar uma sossegada, mais ação e ainda teve tempo para um romance entre Tris e Quatro, ou melhor, Tobias. Se você faz o estilo romântico, deve ter achado pouco, só que como gosto de ver a autora explorando os dilemas da sociedade, me dei por satisfeita. 
 
Os livros da série: 
1. Divergente
2. Insurgente
3. Convergente


Falando em Tris e Tobias... Esse é um livro onde a história em si vale à pena e é maior que eles, porque os personagens principais regrediram do livro passado. A Tris estava muito cheia de mimimi para quem tá no meio da guerra e é aparentemente uma Divergente badass, e apesar de continuar não me irritando como algumas outras mocinhas, também não me faz gostar mais dela. Ok, que ela tá numa guerra, ok que perdeu pessoas amadas, ok que tem um trauma, mas ela é muito dramática, se vitimiza demais, até quando parte para ser uma heroína faz drama. E o Tobias, não dá para entender realmente quem é o personagem, acho que a Veronica pecou na construção dele porque ficou incoerente, ainda que ele tenha seus momentos.

Ainda pensando em personagens, há um grande número de perdas nesse livro e dá para entender já que afinal o mundo deles está em guerra, mas não senti como se aquelas mortes fossem realmente chocantes ou até mesmo necessárias, em algumas delas me pareceu que o personagem entrou ali justamente para alcançar uma cota de mortes, ou seja, foram bobas mesmo. Não todas no entanto, tenho que reafirmar.

E a melhor parte da trilogia para mim é a parte política, que parece ser o aspecto melhor pensado e elaborado pela Veronica, e por isso, eu bato palmas. Por isso disse lá em cima que a estória é maior que os personagens.

Enfim, achei o livro bom e principalmente um grande elo de ligação entre o primeiro e o terceiro, que parece ser incrível depois da notícia bombástica revelada logo nas últimas páginas de Insurgente.

13/02/2014

Resenha - Divergente - Veronica Roth

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Divergente é o primeiro livro da trilogia que leva o mesmo nome, escrito por Veronica Roth e publicado no Brasil pela Editora Rocco.

Apesar de ser uma grande fã de distopias, demorei um pouquinho pra ler Divergente, por que estava evitando um pouco os livros super badalados, as expectativas podem nos frustrar. Mas, felizmente, não fiquei nem um pouco decepcionada.

Beatrice é uma garota que acaba de completar dezesseis anos, criada na facção da Abnegação, chega o momento da escolha mais difícil de sua vida, optar por uma das facções para fazer parte. Na Chicago do futuro, a sociedade é dividida em cinco facções e depois de um teste que ajuda aos jovens à saberem sua maior aptidão, eles são livres para escolher pertencer à qualquer delas, Abnegação, Audácia, Franqueza, Erudição ou Amizade. Mas, as coisas não são assim tão simples, antes de se tornarem membros, eles passam por uma iniciação e se as coisas não ocorrerem da forma planejada, se tornam sem-facção, a pior coisa imaginável.

Com muita ação, trama e mistério é impossível largar a história até que o livro tenha terminado. Terminei em dois dias!

Muita gente o compara à diversas outras distopias e sinceramente não notei uma grande semelhança com nenhuma outra que tenha lido. Quer dizer, o governo é totalitário, a sociedade super controlada, mas esses aspects fazem parte do que se chama distopia.

Os livros da série:
1. Divergente
2. Insurgente
3. Convergente


Uma coisa muito positiva nesse livro é que a personagem principal, Beatrice (ou Tris), não me deu raiva em nenhum momento. Todas as suas escolhas são coerentes com sua personalidade, suas ações refletem que a autora nos apresenta que ela seja e sua narração é bem fluída. Também gostei de ninguém ser mal ou bom o tempo inteiro. Afinal, ninguém é assim. E mesmo agindo com crueldade e maldade, os personagens tem suas justificativas. 

Seu relacionamento com 'Quatro' também é muito interessante de se observar e é totalmente do jeito que eu gosto que as coisas corram. Devagar, dando tempo ao tempo e naturalmente. Aliás, ele já é um dos meus mocinhos favoritos. Nada de superproteger sua amada, ele que mesmo é que ela seja forte pra lutar por si mesma. 

Falando nisso, achei totalmente justificável a escolha de um ator mais velho para dar vida ao 'Quatro' nos cinemas, mesmo no livro sua idade podia ser mais avançada. 

E o que é o final desse livro? Totalmente inesperado! Veronica Roth está suuper de parabéns pelo livro de estreia e já entrou no hall de autoras malvadas com o leitor.

12/02/2014

Novidades para os fãs de 'Divergente'

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Os protagonistas de Divergente, Shailenne Woodley e Theo James (Tris e Four), filme inspirado na obra de Veronica Roth, são destaque na Revista Instyle de março. 

Além das fotos, trazemos várias notícias da série para você:

- A sequência está confirmada, as filmagens de Insurgente serão iniciadas em maio, dois meses depois de Divergente chegar aos cinemas americanos, (21 de março).

 Akiva Goldsman foi escolhido para trabalhar no script de Insurgente. Pra quem não conhece o roteirista, vale ressaltar que ele trabalhou no roteiro de grandes sucessos como 'Uma Mente Brilhante', 'Código da Vinci' e 'Eu sou a Lenda'.

- A direção de Insurgente ficou nas mãos de Robert Schwentke. que dirigiu os sucessos 'Plano de Voo', 'Te Amarei Para Sempre' e 'Red - Aposentados e Perigosos'

- Convergente, último volume da trilogia acaba de ser publicado pela Rocco e já está em pré-venda nas maiories livrarias online.

- A franquia Divergente – lançada pela Summit – é vista como a chave da estratégia da Lionsgate para liderar o gênero jovem adulto, seguindo o sucesso dos cinco filmes da Summit, Crepúsculo e os dois primeiros de Jogos Vorazes.

Divergente chega ás telonas em março e em breve vocês poderão conferir minha resenha aqui no blog sobre o primeiro livro da trilogia. Você pode clicar aqui para ver mais fotos da revista.

13/02/2013

Resenha - Destino, Ally Condie

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    Uma distopia romântica    

Cássia Reyes tem 17 anos e mal pode esperar para seu Banquete do Par. Aquele onde a sociedade designa a pessoa que Cássia deverá amar e se casar. Parece horrível? Não para Cássia. Ela vive numa sociedade onde tudo é controlado pelo governo. Eles dizem o que vestir, o que comer, o que fazer em quais horários, quando casar, quando ter filhos e até o dia da sua morte. E as pessoas não vêm problema algum nisso. Já que a sociedade os faz viver bem.

O tão esperado Banquete chega e Cássia descobre que seu Par, aquele que será seu marido aos 21 anos é seu melhor amigo Xander. Entre tantas pessoas no mundo, é raro e ao mesmo tempo perfeito que seu par seja ele. Mas, quando ela chega em casa e coloca o cartão de dados sobre seu par para ver, outro rosto aparece por um instante. Ky! Outro conhecido seu. E aquilo sim era muito estranho.

A partir desse momento Cássia começa a enxergar a Sociedade com outros olhos. Ela vê que a perfeição que ela acredita, na verdade não existe.

Pessoas que nascem com algum tipo de doença física ou mental  são separados do resto da Sociedade. Aqueles que comentem infrações são denominados Aberrações e condenados a viver em piores condições. 

A Sociedade é opressora. Ao ponto de destruir obras de arte, músicas, filmes e até fatos da história. Foram escolhidos 100 exemplares de cada um. E nenhum deles estimulam lutas, coragem ou força de vontade. A criatividade é oprimida, criar coisas novas é impossível.

Os livros da série:
1. Destino
2. Travessia
3. Reached 


Esse livro já está na minha lista há tempo, desde antes da estreia nacional. Vi várias resenhas positivas, me interessei de verdade pela estória, mas ainda sim não dei a devida importância. 

O livro começa muito bem. Fiquei muito interessada pela Sociedade criada pela Ally Condie e vi diversas coisas que poderiam ser exploradas. Mas, diferente dos outros livros distópicos, o foco nesse é o romance. 

Quando Cássia ver o rosto de Ky, ela começa a imaginar como seria se sua vida tomasse um rumo diferente do planejado pela Sociedade e ela começa a se aproximar do garoto. O que não teria problema algum se a história realmente evoluísse. No entanto, o contrário ocorre, o livro perde o ritmo e chega à irritar em alguns pontos. Acompanhamos a rotina monótona de Cássia e o florescer do relacionamento com Ky.

Enquanto isso acontece, Xander que é descrito como melhor amigo, pessoa amada, confidente e etc, SOME! Dá pra contar nos dedos as páginas que ele aparece. E algumas dela dá pra perceber que a Ally jogou ele ali só pra ele não desaparecer completamente. Total desperdício de personagem. Gostei muito mais dele que de Ky (TeamXander). 

No final, as coisas começam a ficar realmente interessantes. E o livro acaba.

Ou seja, esse livro é uma enorme introdução à estória que ainda está por vir. E com certeza deve ser o mais fraco da série. Se fosse julgar o livro até a metade, com certeza não leria os outros, mas no final deu pra ver uma luz no fim do túnel.

Recomendo o livro pelo próximo volume que promete ser bom!

Preços

Americanas
FnacCultura



07/02/2013

Emma Roberts será a estrela de 'Delírio'

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No cinema não é difícil citar adaptações distópicas. Na TV Delírio teve o piloto encomendado pela Fox e agora acaba de ganhar a sua personagem principal, Lena, que será vivida pela Emma Roberts.

A trilogia gira em torno de Lena, com dezessete anos, uma garota que vive em uma sociedade onde o amor, agora chamado de “delírio”, é uma doença perigosa. Os jovens aguardam ansiosamente o aniversário de dezoito anos, onde eles finalmente vão ficar livre de tal doença. Mas quando Lena contrai delírio algumas semanas antes do procedimento erradicar para sempre o que sente ela começa a fazer perguntas.

Aqui no Brasil, o segundo livro da série, Pandemônio, tem previsão de lançamento ainda nesse primeiro semestre de 2013 pela Intrínseca.

Fonte: Hollywood Reporter

01/02/2013

Insurgente irá para as livrarias em abril

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Com capa já pronta, a continuação do livro Divergente, já tem mês para ser lançado: Abril de 2013.

A notícia foi divulgada na página oficial da série, para ver, clique aqui.

       Sinopse de Insurgente       

Uma escolha pode te transformar – ou destruir você. O dia da iniciação de Tris Prior deveria ter sido de comemoração, vitória e cheio de emoção por ter ficado em primeiro lugar na classe de iniciação da sua facção, Audácia. Em vez disso, o dia termina em horríveis e inexplicáveis ataques por meio das simulações da facção Erudição, e enquanto Tris sobrevive graças a sua Divergência, muitos que ela ama, não.

A guerra agora parece inevitável. Embora os membros da Audácia tenham sido livres do controle mental da Erudição, o conflito entre as facções e sua ideologias está apenas começando. E nessa guerra, lados devem ser escolhidos, segredos vão surgir, e as escolhas se tornarão ainda mais irrevogáveis – e ainda mais poderosas. Transformada por suas próprias decisões, mas também pela dor assombrada, novas descobertas radicais, e uma romance que se aprofundou rapidamente, Tris deve aceitar plenamente sua Divergência, mesmo que ela não saiba o que pode perder se fizer isso. (tradução por Divergente Brasil).


29/01/2013

Alex Pettyfer no elenco de 'Divergente'?

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Graças ao comentário da Flower Shell ficamos sabendo que a informação não passa de um rumor! Ainda não foi escolhido o ator para dar vida ao 'Four'. 

Porém sabemos que ele fez o teste para o papel. Então, onde a fumaça há fogo? Esperemos para ver! 

No entanto, sentimo-nos na obrigação de atualizar o post para dar informações verdadeiras para vocês.

Eis o pronunciamento oficial sobre o assunto:

"Ei todo mundo! Apesar de rumores de que você está ouvindo, não houve uma decisão de casting oficial para quatro, ou alguém que não seja Shailene Woodley.
Fique atento a esta página de notícias oficiais - nós vamos deixar você saber como nós confirmaram a informação!"

Pra ver no facebook da série, só clicar aqui.

Alex Pettyfer já participou de adaptações como 'A Fera' e 'Eu sou o número quatro' coincidentemente poderá dar vida ao personagem 'Four'. 

A trama se passa numa Chicago futurista, a sociedade se divide em cinco facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. 

A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é.

E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

O elenco já conta com Shailene Woodley no papel principal e Kate Winslet, ganhadora do Oscar, num papel ainda não divulgado.

Enquanto isso os testes continuam para os outros papéis.

O filme com estreia prevista para março de 2014, é produzido pela Summit Entertainment, responsável por sucessos como a 'A Saga Crepúsculo' e 'As Vantagens de ser Invisível'.

As gravações deverão começar em Abril na cidade de Chicago. Com duração de 60 dias e um orçamento previsto em 40 milhões de dólares.

No Brasil, a editora Rocco ainda não divulgou a data de lançamento de Insurgente, segundo livro da série. Mas, a arte da capa já está sendo finalizada.









22/01/2013

Resenha - Estilhaça-me - Tahereh Mafi

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     Chegou a hora da distopia     

Eu simplesmente adoro livros sobre distopia... 1984, Feios, Jogos Vorazes e agora, Estilhaça-me.

Estava claro na minha cabeça que após o sucesso de Jogos Vorazes, a distopia poderia se tornar o novo fenômeno assim como foi a vez dos vampiros e dos anjos. 

É claro que quando "a moda pega" vários livros surgem e nem todos são bons, dei uma boa olhada nos títulos lançados e 'Estilhaça-me', livro de estreia da autora, foi minha primeira opção pós jogos vorazes. Além de ter gostado da sinopse, as resenhas estavam bem positivas.

Fui com todas as expectativas.

Não posso dizer que me decepcionei. Mas, ficou um gostinho de quero mais.

Juliette tem dezessete anos e está há 264 dias presa em um manicômio, basicamente porque seu toque pode matar as pessoas. Ela está sozinha, sem ver ninguém jamais e se achando um monstro. Até que ganha um companheiro de cela, Adam. A chegada desse garoto vai mudar sua vida. Após tanto tempo presa, ela vê o sol e sente a liberdade pela primeira vez.

O Restabelecimento diz que é capaz de "consertar" o mundo, mas para isso tem que impor respeito. Warner é o líder do setor onde Juliette foi parar e ele quer à de qualquer maneira que ela seja uma das armas em sua guerra.  Mas, o amor de Juliette e Adam tem outros planos.

O livro é narrado em primeira pessoa e a pessoa em questão está presa sem contato humano há um longo tempo. Então a leitura pode ser meio confusa. Isso é feito de propósito, quando Juliette vai "se curando" a leitura se torna mais fluída. Outra coisa que pareceu incomodar muitas pessoas foram as frases e palavras repetidas e riscadas. Não me incomodou. Afinal, estamos na cabeça de alguém que está tentando se manter sã.


O livro tem sua dose de romance nas cenas de Juliette e Adam, que apesar de ter achado um fofo me deixou confusa todo o tempo. Como se ele fosse traí-la há qualquer momento.

Já a outra ponta do triangulo amoroso é o obcecado Warner. 

Confesso que o final, que deveria ser o ápice se mostrou um pouco decepcionante. Jogos Vorazes meets X-Men, mas nada que me tirasse a vontade de ler.

Como todo bom livro distópico podemos ver a crítica ao modo que vivemos hoje. Consumo exagerado, negligência com a fauna e a flora e a falta de respeito pela vida. Também temos o regime totalitário. Mas, a autora não se aprofunda muito nos temas políticos e sociais e ao contrário dos outros livros do gênero, abusa do romance.

Se você sente falta de romance nos livros distópicos é uma ótima dica pra você. Já se prefere ver lutas contra o sistema, grandes críticas políticas e sociais, talvez não seja esse o livro que procura.

Vou ler a continuação porque gosto do romance e acho que o conteúdo será mais aprofundado. Afinal, Juliette terá de ir à luta! Pretendo também ver as loucuras do Warner. E confesso até que simpatizei com o cara que claramente foi criado para ser odiado. O que posso fazer?




19/01/2013

Cinco livros sobre...Distopia

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Seção fixa, meme.. Chame do que quiser! Aqui listaremos cinco livros sobre o mesmo assunto.


Antes de começarmos a ver os livros distópicos, gostaria de saber se vocês sabem o que é a distopia? Se você é uma leitora ávida com certeza já ouviu falar, porque a distopia é o novo "vampiro", ou seja, está super na moda.
Pra entender a distopia, temos que saber do que se trata a Utopia, que tem como significado mais comum a ideia de civilização ideal, imaginária, fantástica. Com isso em mente não é tão difícil imaginar o que é a distopia ou antiutopia é o pensamento que representa o oposto da utopia. As distopias são geralmente caracterizadas pelo totalitarismo, autoritarismo, por opressivo controle da sociedade. 
Distopias são frequentemente criadas como avisos ou sátiras, mostrando as atuais convenções sociais e limites extrapolados ao máximo. 

Podemos então finalmente ver os livros. Nada de 'Jogos Vorazes, porque né? Não precisa!

 1.           1984, George Orwell              


Winston vive aprisionado na engrenagem totalitária de uma sociedade completamente dominada pelo Estado, onde tudo é feito coletivamente, mas cada qual vive sozinho. Ninguém escapa à vigilância do Grande Irmão, a mais famosa personificação literária de um poder cínico e cruel ao infinito, além de vazio de sentido histórico. De fato, a ideologia do Partido dominante em Oceânia não visa nada de coisa alguma para ninguém, no presente ou no futuro. O'Brien, hierarca do Partido, é quem explica a Winston que "só nos interessa o poder em si. Nem riqueza, nem luxo, nem vida longa, nem felicidade: só o poder pelo poder, poder puro".
Seus principais ingredientes - um homem sozinho desafiando uma tremenda ditadura; sexo furtivo e libertador e horrores letais 
Algumas das ideias centrais do livro dão muito o que pensar até hoje, como a contraditória Novafala imposta pelo Partido para renomear as coisas, as instituições e o próprio mundo, manipulando ao infinito a realidade. Afinal, quem não conhece hoje em dia "ministérios da defesa" dedicados a promover ataques bélicos a outros países, da mesma forma que, no livro de Orwell, o "Ministério do Amor" é o local onde Winston será submetido às mais bárbaras torturas nas mãos de seu suposto amigo O'Brien.

Por que indiquei? Provavelmente o livro mais aclamado e famoso sobre distopia. Quem gosta do tema tem que ler.

2.           Destino, Ally Condie           

Cassia tem absoluta confiança nas escolhas da Sociedade. Ter o destino definido pelo sistema é um preço pequeno a se pagar por uma vida tranquila e saudável, um emprego seguro e a certeza da escolha do companheiro perfeito para se formar uma família. Ela acaba de completar 17 anos e seu grande dia chegou: o Banquete do Par, o jantar oficial no qual será anunciado o nome de seu companheiro. Quando surge numa tela o rosto de seu amigo mais querido, Xander - bonito, inteligente, atencioso, íntimo dela há tantos anos -, tudo parece bom demais para ser verdade.Quando a tela se apaga, volta a se acender por um instante, revelando um outro rosto, e se apaga de novo, o mundo de certezas absolutas que ela conhecia parece se desfazer debaixo de seus pés. Agora, Cassia vê a Sociedade com novos olhos e é tomada por um inédito desejo de escolher. Escolher entre Xander e o sensível Ky, entre a segurança e o risco, entre a perfeição e a paixão. Entre a ordem estabelecida e a promessa de um novo mundo.

Por que indiquei? Ally já declarou que é grande fã de George Orwell e a história tem uma semelhança com ele. Mas, se você só curte mesmo YA pode ser uma alternativa jovem.

3.        Feios, Scott Westerfeld        


Tally está prestes a completar 16 anos, e ela mal pode esperar. Não por sua carteira de motorista – mas para se tornar bonita. No mundo de Tally, seu aniversário de 16 anos traz uma operação que torna você de uma horripilante pessoa feia para uma maravilhosa pessoa linda e te leva para um paraíso de alta tecnologia onde seu único trabalho é se divertir muito. Em apenas algumas semanas Tally estará lá. Mas a nova amiga de Tally, Shay, não tem certeza se ela quer ser bonita. Ela prefere arriscar sua vida do lado de fora. Quando ela foge, Tally aprende sobre um lado totalmente novo do mundo dos bonitos – que não é tão bonito assim. As autoridades oferecem a Tally sua pior escolha: encontrar sua amiga e a entregar, ou nunca se transformar em uma pessoa bonita. A escolha de Tally faz sua vida mudar pra sempre.

Por que indiquei? Além de fazer uma crítica à essa padronização da beleza e a busca pela perfeição, foi o um dos primeiros YA lançados nessa nova moda distópica.
4.           Delírio, Lauren Oliver           
Muito tempo atrás, não se sabia que o amor é a pior de todas as doenças. Uma vez instalado na corrente sanguínea, não há como contê-lo. Agora a realidade é outra. A ciência já é capaz de erradicá-lo, e o governo obriga que todos os cidadãos sejam curados ao completar dezoito anos. Lena Haloway está entre os jovens que esperam ansiosamente esse dia. Viver sem a doença é viver sem dor: sem arrebatamento, sem euforia, com tranquilidade e segurança. Depois de curada, ela será encaminhada pelo governo para uma faculdade e um marido lhe será designado. Ela nunca mais precisará se preocupar com o passado que assombra sua família. Lena tem plena confiança de que as imposições das autoridades, como a intervenção cirúrgica, o toque de recolher e as patrulhas-surpresa pela cidade, existem para proteger as pessoas. Faltando apenas algumas semanas para o tratamento, porém, o impensado acontece: Lena se apaixona. Os sintomas são bastante conhecidos, não há como se enganar — mas, depois de experimentá-los, ela ainda escolheria a cura?

Por que indiquei? O livro incomodou muito quem leu Destino e Feios por causa das semelhanças, por isso, se gostou da história talvez seja melhor ler esse antes. 


    5. Divergente, Veronica Roth    

Uma escolha. Uma escolha decide seus amigos, define suas crenças, e determina a sua lealdade… para sempre. Ou, uma opção pode transformá-lo. Numa Chicago futurista, a sociedade se divide em 5 facções – Abnegação, Amizade, Audácia, Franqueza e Erudição – e não pertencer a nenhuma facção é como ser invisível. Beatrice cresceu na Abnegação, mas o teste de aptidão por que passam todos os jovens aos 16 anos, numa grande cerimônia de iniciação que determina a que grupo querem se unir para passar o resto de suas vidas, revela que ela é, na verdade, uma divergente, não respondendo às simulações conforme o previsto. A jovem deve então decidir entre ficar com sua família ou ser quem ela realmente é. E acaba fazendo uma escolha que surpreende a todos, inclusive a ela mesma, e que terá desdobramentos sobre sua vida, seu coração e até mesmo sobre a sociedade supostamente ideal em que vive.

Por que indiquei? Esse é o novo queridinho dos fãs da distopia. Aposta até para ser o novo 'Jogos Vorazes'. inclusive a disputa pelos papéis da adaptação cinematográfica está bem acirrada.

Claro que como tema que está na moda tem vários outros livros com esse tema, diz aí se já leu algum livro distópico e qual é seu favorito!

Outros livros distópicos:
1. Fahrenheit 451 – Ray Bradbury
2. Incarceron, por Catherine Fisher (outro com muuuitos elogios)
3.Estilhaça-me, por Tahereh Mafi (em breve resenha no blog)
4.Todas as coisas que eu já fiz – Gabrielle Zevin

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