08/04/14

Lollapalooza 2014 - EU FUI!

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Eu AMO festivais! Várias bandas, pessoas felizes, diversas atrações... Enfim, não me faltam coisas boas para falar sobre os festivais de música. Mas, esse ano foi o meu primeiro Lollapalooza e eu vou contar pra vocês tudo o que rolou!


Além de ser meu primeiro Lolla, foi também minha primeira vez em São Paulo. Cheguei lá na quinta-feira, pois queria conhecer um pouquinho da capital paulistana antes de curtir os shows. 

Peguei o busão bem cedinho aqui no Rio, às 06:30 da manhã pra não chegar muito tarde numa cidade completamente desconhecida. E ao meio dia, eu e minha irmã já estávamos quase desembarcando na terra da garoa. Ficamos hospedadas num hostel próximo à Estação de Metrô Ana Rosa, linha Azul, a mesma linha que dá acesso à Rodoviária, então foi facílimo chegar ao local. 

Na sexta-feira saímos bem cedinho para conhecer o que tem de mais falado em Sp. Conhecemos o bairro da Liberdade, de lá fomos caminhando até a 25 de março (onde comprei um colar com o tordo da Katniss), pegamos o metrô até a estação República, visitamos a Galeria do Rock e terminamos nosso tour na Av. Paulista

Elvis da Paulista, cantando os maiores sucessor do Rei e muito sertanejo universitário.

E então, chegou sábado! O grande dia! O dia de ver o Muse, que sai daqui do Rio de Janeiro para ver de perto mais uma vez. Pois, não basta ser fã, tem que ir atrás do ídolo! 

O Autródomo de Interlagos é bem longe. Duas transferências de metrô e mais uma de trem para chegar ao local... E depois disso, uma caminhada considerável subindo ladeiras até entrar no evento. E chegando lá, ande mais um pouco! Mas, nada que tenha me desanimado.

O Chef Stage, espaço gourmet, novidade do festival, estava super organizado e com umas comidinhas de dar água na boca, com chefs super renomados no local. Além disso, com parceria dos Correios, você podia mandar um cartão postal para qualquer pessoa! Tem gente que vai ter surpresa chegando em casa de amigos que não se esqueceram dos que não puderam ir! 

Assisti o final do show do Capital Cities, que foi uma das grandes surpresas do dia. Ninguém dava muito pela banda, mas colocou a galera para dançar e animou geral. Inflizmente não se pode dizer o mesmo do Julian Casablanca, que fez uma apresentação com problemas no aúdio e que decepcionou. O Phoenix entrou no palco e ninguém ficou parado! O vocalista estava extremamente feliz e antes do show terminar foi pra galera, que o levou até o palco de volta. Foi incrível! 

E então, chegou a hora tão esperada, por fãs e não-fãs... O show do Muse. O cantor Matt Bellamy estava com laringite e já tinha cancelado um show em SP dias antes por conta da doença, então todos estavam apreensivos para a apresentação. 

Ele parecia bastante chateado por não poder dar seu melhor, mas a galera o apoiou o tempo todo e FOI LINDO! Quando ele não alcançava as notas, o pessoal cantava mais alto, quando a voz falhava e ele parecia triste, o público gritava mais ainda. A setlist soi trocada por músicas que não exigissem tantos vocais, mas Matt compensou na guitarra e mostrou porque o show do Muse é considerado um dos melhores ao vivo! Em homenagem ao Nirvana, a banda cantou Lithium e a galera pirou! Em Starlight, assim como no Rock in Rio, ele foi até a galera e dessa vez não passou direto por mim não. No meio de tantas pessoas na grade que tentavam encostar, ele parou na minha frente, colocou o microfone na minha boca,  enquanto ainda segurava seu braço. Não há sensação melhor que olhar nos olhos do artista que você AMA!

O show acabou com a promessa da banda voltar em 2015 para fazer o que não conseguiram no Lolla!

Vi muitas pessoas relatando muita dificuldade para ir embora, mas para mim, ocorreu tudo de forma tranquila. Bom, tranquilo na medida do possível, afinal eram 80 mil pessoas indo embora ao mesmo tempo. Mas, não houve nenhuma confusão, empurra-empurra ou falta de transporte (para mim)

Domingo, enquanto rolava o segundo dia, peguei o busão de volta super feliz!

Lollapalooza 2015 pode me esperar! A produção está de parabéns, sempre ocorre imprevistos, mas os banheiros não estavam super lotados, todos os shows começaram na hora certa, ao contrário dos anos anteriores, o aúdio dos outros palcos não vazou e as várias áreas para relaxar e os brinquedos fizeram sucesso.

Se tudo sair como o planejado estarei em São Paulo novamente para a Bienal.



07/04/14

Pesquisa de Opinião

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Olá pessoal! Tudo bom com vocês? Eu estou ótima!!! Depois de ter passado 15 dias em Natal/RN, voltado pra casa e ter ido para SP curtir o Lollapalooza, não poderia estar mais feliz e satisfeita, né? Mas para que eu fique muito mais satisfeita, preciso que vocês gastem uns cinco minutinhos respondendo a pesquisa de opinião do blog. Pra quê? Quero conhecer vocês, saber o que gostam, o que não gostam para assim continuar melhorando o blog. Afinal, eu escrevo para vocês... Em breve também teremos um novo layout, mais moderno e clean. Tudo isso faz parte da comemoração de 4 anos de Loucas por Livros! Fiquem ligados no blog para mais novidades e não deixem de acessar á pesquisa!

Vamos participar? Para responder o formulário, é só clicar aqui.

03/04/14

Eleanor & Park nos cinemas?

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Entertainment Weekly trouxe notícias maravilhosas para os fãs desse livro tão comentado e apaixonante! O Estúdio Dreamworks comprou os direitos do romance juvenil escrito por Rainbow Rowell para levá-lo às telonas.

Os personagens que dão título ao livro são dois jovens vizinhos de dezesseis anos. Park, descendente de coreanos e apaixonado por música e quadrinhos, não chega exatamente a ser popular, mas consegue não ser incomodado pelos colegas de escola. Eleanor, ruiva, sempre vestida com roupas estranhas e “grande” (ela pensa em si própria como gorda), é a filha mais velha de uma problemática família. Os dois se encontram no ônibus escolar todos os dias. Apesar de uma certa relutância no início, começam a conversar, enquanto dividem os quadrinhos de X-Men e Watchmen. E nem a tiração de sarro dos amigos e a desaprovação da família impede que Eleanor e Park se apaixonem, ao som de The Cure e Smiths. Esta é uma história sobre o primeiro amor, sobre como ele é invariavelmente intenso e quase sempre fadado a quebrar corações. Um amor que faz você se sentir desesperado e esperançoso ao mesmo tempo.

Matt Kennedy e Carla Hacken são os produtores, enquanto a escritora Rainbow Rowel será a responsável por escrever o roteiro. Diretor e elenco só serão contratados quando o roteiro estiver finalizado. Se tudo ocorrer como planejano, a Dreamworks pretende começar as filmagens em 2015.

O livro, publicado em Fevereiro de 2013 ficou 12 semanas na listas dos mais vendidos do New York Times. No Brasil, ele foi lançado pela editora Novo Século.


02/04/14

Série: The 100

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Baseada no livro de mesmo nome, a série The 100 é novidade do canal CW, conhecido por fazer TV para o público jovem.

A série mostra um futuro 97 anos após um cataclisma nuclear extinguir a população do Planeta Terra. Os únicos sobreviventes da raça humana, aproximadamente 400 pessoas, foram as pessoas que estavam nas estações espaciais, que chegaram a ser 12 delas, mas que hoje se tornou apenas uma, conhecida como A ARCA. Como a coisa está complicada na estação espacial depois de quase um século, os líderes decidem enviar 100 pessoas para a superfície da Terra, para verem se o local é ou não novamente habitável. Lá, essas cem pessoas deverão sobreviver não só apenas às condições hostis do planeta, mas também aprender a sobreviver um ao outro.

O que achei do piloto 
Esse aí é o "galã" da série

Pra começar, queria dizer que a sinopse foi a mais promissora entre todas as estreias da CW, que pelo jeito resolveu que tem que ter um Sci-fi juvenil na grade de qualquer maneira.

Mas, eis que o piloto prova como uma coisa é a sinopse e outra coisa são os capítulos. A série tem muitos furos, muitas inconsistências e deixou a desejar. 

Por quê? 

Imaginam a cena... Todos os humanos sobreviventes da Terra estão no espaço, numa nave que está com o prazo de validade esgotando e ninguém pisa no planeta por 97 anos. Eles acham que 100 é o suficiente para o planeta ser populado novamente, mas, ninguém sabe como estão as condições de vida, se ao menos existe vida e se algum dia humanos conseguirão sobreviver lá de novo. Então, eles precisam testar e enviam para lá 100 pessoas que possam comprovar essa teoria e salvar a nação.


Aí você pensa que eles vão mandar um grupo de cientistas e soldados equipados para estudar e informar se já é possível voltar, e preparados para se defender de possíveis ameaças, mas na série, os escolhidos são 100 adolescentes... Destreinados, despreparados e que eram prisioneiros na Arca. Ahh, esqueci de mencionar que não há nenhuma supervisão também? Vocês confirariam suas vidas nesses cientistas gênios que tiveram essa ideia? Bom, só aí me desanimei com o plot.  Eles ainda perdem a comunicação com a nave logo na chegada e o único vínculo que resta com a arca é um bracelete que monitora seus sinais vitais. Mas, eram todos considerados criminosos!!! Que criminoso quer ser monitorado quando encontra a liberdade? Ainda por cima um bando de adolescentes "rebeldes sem causa", e que apesar de tudo, só querem se divertir? Tudo bem que o público da CW é jovem, mas daí já é querer subestimar a capacidade de pensamento dos adolescentes, né? 

O que dá esperança na série são as surpresas que os aguardam na Terra. Oremos!

30/03/14

Cinco Livros Sobre... Suicídio

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Um tema bem sério dessa vez. Quando pensei sobre o assunto não imaginaria minha dúvida ao escolher os cinco livros à estar nessa lista, isso porque tem muitos livros que falam sobre o assunto e que mereceriam estar aqui. Mas adotei alguns critérios e vocês conferem agora a lista dos escolhidos.

Os Treze Porquês, Jay Asher

Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra um misterioso pacote com várias fitas cassetes. Ele as ouve e se dá conta de que foram feitas por uma colega de classe que cometeu suicídio duas semanas antes. Nas fitas, ela explica que 13 motivos a levaram à decisão de se matar. Clay é um deles. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.

Por que indiquei? Primeiro livro que li que tocava no assunto, é angustiante saber que não dá pra mudar o final do livro. Já escrevi uma resenha e indico para todos os jovens que conheço.  Principalmente para aqueles em idade escolar. 


As Virgens Suicidas, Jeffrey Eugenides

Durante uma festa em sua casa, Cecilia Lisbon, uma garota de 13 anos se joga de uma janela do segundo andar sobre a cerca de ferro. Como uma maldição, num período de um ano, todas as cinco irmãs Lisbon cometem suicídio. Comprimidos, enforcamento, todas as formas são válidas para que, uma a uma, Lux (14), Bonnie (15), Mary (16) e Therese (17) encontrem seu caminho para a morte.

A tragédia marca tanto a rotina da vida local que uma investigação é levada a cabo pelos garotos da vizinhança. Passados 20 anos, eles reúnem um mórbido acervo de evidências, que vão desde entrevistas com parentes até diários e boletins de química.

Por que indiquei? Ao contrário do livro anterior, esse livro é sob o ponto de vista de quem conheceu as meninas, mas não sabe verdadeiramente o motivo da tragédia acontecer, e aos poucos o quebra cabeça vai sendo montado, mas o final é inevitável. Achei a adaptação da Sofia Coppola linda e me fez querer ler o livro.

A Redoma de Vidro, Sylvia Plath

Dois anos antes de suicidar-se em 1963, a poeta Sylvia Plath elaborou esse romance sobre uma mulher - no fundo, ela mesma - que vai perdendo o senso até que sobra só um surrealista e vazio senso comum.
Por que indiquei? A blogosfera recentemente "descobriu" esse livro, que na verdade é um clássico americano, que se tornou símbolo do movimento feminista, graças aos constantes questionamentos de Esther sobre a função da mulher na sociedade, em temas como a perda da virgindade, casamento e sua escolha de não ter filhos. A capa está em inglês porque é assim que os blogs vem colocando, mas a verdade é que já foi publicado no Brasil. E quem melhor que falar sobre um assunto do que alguém que verdadeiramente sofria dos problemas que levam uma pessoa a tirar a própria vida?

Romeu e Julieta, William Shakespeare

Em Verona, na Itália, por volta de 1600, a rivalidade entre os Montecchios e os Capuletos acentua-se e os conflitos estendem-se a parentes e criados, apesar do apelo do príncipe pela paz. Num baile de máscaras na casa dos Capuletos, Romeu Montecchio conhece Julieta Capuleto. A paixão é mútua e instantânea. Ao descobrir que pertencem a familias inimigas, os dois se desesperam. Resolvem casar-se secretamente, com a cumplicidade de frei Lourenço.No entanto, o destino desse amor seria trágico.

Por que indiquei? Nem precisava da sinopse porque mesmo que você ainda nao tenha lido, conhece essa história muito bem. Coloquei na lista porque dentre tantos livros sobre o tema, esse se difere, o motivo dos protagonistas se matarem é o amor, na sua forma mais intensa e pura. 

Veronika Decide Morrer, Paulo Coelho 

O livro conta a história de Veronika, uma jovem eslovena, que não aceita a idéia de viver uma vida sem sentido, decidindo se matar com uma overdose de calmantes. O suicídio fracassa e Veronika é internada em uma clinica psiquiátrica. Atendida pelo Dr. Igor, é informada que não terá mais que algumas semanas de vida, e provavelmente, morrerá internada. Durante seu tempo interna conhece Eduard, um jovem esquizofrênico que não conversa com ninguém. Veronika e Eduard se apaixonam e resolvem fugir da clinica psiquiátrica.

Por que indiquei? Um dos autores nacionais mais vendidos no mundo, com filme adaptado e tudo em seu livro mais elogiado. E ainda por cima retrata um pouco da experiência pessoal do autor. Tinha que estar aqui, né? 

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