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25/05/2014

Cinco livros sobre...Diagnosticados com Câncer

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O 5 livros sobre é um dos posts mais queridos do blog, graças à vocês eu encontro inspiração para todo mês encontrar assuntos para pôr aqui. Mas, eu também quero ver sugestões de temas, já curtiu nossa fanpage?

O tema de hoje é um assunto sério: Câncer. Uma doença invasiva que provoca consequências nas vidas, não só do paciente como também de seus familiares e amigos. Encontrei dificuldades até para escolher um título para o post. (Vítimas de câncer? Detesto). Um tema bem delicado, eu sei. Afinal, só quem já passou por isso com alguém que ama sabe o quanto é difícil (já tive alguns casos na família). Mas, tem autores que conseguem passar essa emoção para as páginas de um livro, vamos ver?


 A Culpa é das Estrelas

Hazel é uma paciente terminal. Ainda que, por um milagre da medicina, seu tumor tenha encolhido bastante — o que lhe dá a promessa de viver mais alguns anos —, o último capítulo de sua história foi escrito no momento do diagnóstico. Mas em todo bom enredo há uma reviravolta, e a de Hazel se chama Augustus Waters, um garoto bonito que certo dia aparece no Grupo de Apoio a Crianças com Câncer. Juntos, os dois vão preencher o pequeno infinito das páginas em branco de suas vidas.

Por quê escolhi? Um dos bestsellers mais comentados do ano passado e desse ano também, graças à adaptação para os cinemas, já foi resenhado aqui no blog. E contém uma mensagem muito bonita sobre a vida, sobre como devemos aproveitá-la mesmo que seja curta.

Um Amor Para Recordar 
 
Quando tinha dezessete anos, a vida de Landon Carter mudou para sempre. Isso foi há quarenta anos, quando ele se viu diante de um impasse que pode ser catastrófico para um rapaz dessa idade: arrumar uma companhia para o baile de formatura. A última esperança era encontrar alguém no álbum de retratos dos alunos da escola. Foi lá que encontrou Jamie Sullivan. Depois de resistir por quase uma hora, folheando o livro de trás para frente, Landon teve de dar o braço a torcer e aceitar que Jamie era sua opção mais razoável, a não ser que quisesse ficar servindo ponche e limpando as poças de vômito nos banheiros, que era o que os rapazes desacompanhados acabavam fazendo nos bailes.

Por quê escolhi? Foi o primeiro filme sobre paciente terminal com adolescentes que vi. Não estou dizendo que é o pioneiro, mas para mim foi. Confesso que não chorei rios de lágrimas ou está na minha lista de filmes favoritos, mas sempre quis ler o livro porque não se deve julgar um livro pelo filme.

Antes de Morrer

Tessa tem apenas alguns meses de vida. Lutando contra as frequentes idas ao hospital, os incontáveis exames e os medicamentos com terríveis efeitos secundários, Tessa empenha-se a escrever a sua lista de coisas A Fazer Antes de Morrer. E em número um aparece: Sexo. Libertada das restrições da «vida normal», Tessa saboreia novas experiências que a fazem sentir-se viva enquanto o seu corpo debilitado se esforça por continuar. Os sentimentos de Tessa, a relação com o pai e com o irmão, com a mãe distante, com a melhor amiga e com o novo namorado são dolorosamente cristalizados nas preciosas e breves semanas de vida que lhe restam. 
 
Por quê escolhi? Já ouvi maravilhas desse livro por pessoas que geralmente gostam das mesmas coisas que eu e a sinopse realmente me atraiu.

A Guardiã da Minha Irmã

Anna não está doente, mas parece estar. Aos treze anos, já passou por inúmeras cirurgias, transfusões de sangue e internações, para que sua irmã mais velha, Kate, possa combater a agressiva leucemia que a castiga desde pequena. Concebida por fertilização in vitro para ser uma doadora de medula óssea perfeitamente compatível com a irmã, Anna nunca questionou seu papel, até agora. Ela está começando a buscar sua verdadeira identidade. Mas, ao contrário da maioria dos adolescentes, ela sempre foi definida em função de sua irmã. Até o dia em que Anna toma uma decisão que para grande parte das pessoas seria inconcebível, que vai destroçar sua família e trazer consequências fatais para a irmã que ela tanto ama.

Por quê escolhi? Acho que esse livro mostra sim o paciente, mas o foco é realmente nas pessoas que estão envolta, que sofrem tanto quanto ele.


A Estrela que nunca vai se Apagar

Diagnosticada com câncer da tireoide aos doze anos, Esther Grace Earl era uma adolescente talentosa e cheia de vida. Fazendo jus ao nome, que em persa significa “estrela”, marcou todos em seu caminho com sua generosidade, esperança e altruísmo. Filha, irmã e amiga divertida, alto-astral e inspiradora, Esther faleceu em 2010, logo após completar dezesseis anos, mas não sem antes servir de inspiração para milhares de pessoas por meio de seu vlog e dos diversos grupos on-line de que fazia parte. O livro, uma biografia única,  reúne trechos de diários, textos de ficção, cartas e desenhos de Esther. Fotografias e relatos da família e de amigos ajudam a contar a história dessa menina inteligente, astuta e encantadora cujos carisma e força inspiraram o aclamado autor John Green a dedicar a ela sua obra best-seller A culpa é das estrelas. 
 
Por quê escolhi? Acho que se tanta gente gostou de A culpa é das Estreças deveriam ler também quem inspiorou o John Green. Uma pessoa de verdade, que podia ser eu ou você, mostrando como passar pelas fases mais difíceis da vida sem perder a vontade de viver.

26/03/2014

Datas confirmadas da estreia de 'A Culpa 'e das Estrelas'

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Acabou a espera, quer saber quando 'A Culpa é das Estrelas' chega aos cinemas?Foram divulgadas as datas de lançamento de vários países . Para quem mora no Brasil o dia é 5 de junho de 2014, se você mora ou estará em outro lugar, confira na imagem abaixo.


29/01/2014

Primeiro trailler de 'A Culpa é das Estrelas'

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Então é isso pessoal! Foi divulgado o primeiro trailer da adaptação do romance de John Green, A Culpa é das Estrelas, e ele já ganhou sua vesão nacional, confiram:




28/07/2013

Novidades sobre o filme 'A Culpa é das Estrelas'

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Muitas novidades para os fãs de 'A Culpa é das Estrelas'. A primeira notícia é pra quem estava curioso pra saber quem será o ator responsável por interpretar o Isaac, melhor amigo de Gus no livro. 

Natt Wolf, cujo último papel no cinema foi o filme Stuck In Love, onde atuava com Lily Collins (Instrumentos Mortais) e era dirigido por Josh Boone, que também será o responsável por levar A Culpa é das Estrelas às telonas, foi anunciado recentemente como Isaac.

A segunda notícia é que o filme já começa a ser gravado mês que vem em Pittsburgh, provavelmente por volta do dia 26, no Estado da Pensilvânia, EUA. Além disso, estão previstas filmagens em Amsterdã, onde parte do livro se passa.

O filme será lançado em 2015  com distribuição da Fox 2000 Pictures, uma divisão da 20th Century Fox.

Fonte: EW, Post-Gazzete


19/03/2013

Shailene Woodley será protagonista de 'A Culpa é das Estrelas'

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Indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante e vencedora do Spirit Awards por seu desempenho em "Os Descendentes , Shaleilene Woodley foi escolhida para viver a Hazel Grace nos cinemas, após uma seleção que contou com a participação de mais de 250 atrizes.

Shailene está mesmo construindo um belo portfólio em Hollywood. Após ganhar o papel de Mary Jane na nova franquia do Homem Aranha e da protogonista Tris na adaptação do livro Divergente. Ela acaba de ser anunciada como o papel principal na adaptação de um best-seller do John Green.

Na história, Hazel é uma menina de 16 anos, vítima de câncer  Em seu grupo de apoio, ela conhece Augustus Waters também vítima da doença e os dois passam a se relacionar.

Vale lembrar que o livro já foi resenhado aqui no blog.

Fonte: EW

04/03/2013

Resenha - A Culpa é das Estrelas, John Green

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Hazel Grace tem dezesseis anos, gosta de programas de TV ruins, gosta de ler, seus pais a amam, mas não leva uma vida normal. Pois, ela tem câncer. E como se pode viver normalmente quando a morte está te rondando? Essa foi a grande questão do livro pra mim.

Então, ela conhece Augustus Waters, um sobrevivente do câncer de dezessete anos que perdeu uma perna, mas ainda assim, tem um bom humor que contagia. Ele sabe que é bonito, carismático e legal. Mas, isso não o transforma numa pessoa arrogante. Ele é mesmo isso tudo. E então Hazel começa a realmente viver. Não sobreviver, que são coisas absolutamente diferentes. Com a ameaça constante da morte, ela descobre o que é o amor e a felicidade.


Gus é completamente apaixonante. E Hazel, resiste à princípio porque se considera uma bomba prestes à explodir e não quer mais pessoas carregando essa dor. Já basta seus pais,  que ficarão sem filha. 

O livro conta várias histórias de crianças com câncer. A que mais chamou minha atenção é a de Isaac. Não quero dar spoillers, mas é realmente tocante. 

Acredito que cada um tenha captado sua própria mensagem do livro. Pois, ele basicamente fala sobre vida, morte, amor e saudade, o que sem sombra de dúvidas são conceitos únicos na vida de cada um. Mas, ele ensina também que é possível aproveitar a vida mesmo quando ela está se esgotando, é questão de querer. E aí fiquei pensando em quanto tempo a gente passa reclamando sem ter um problema realmente. Como minha mãe diz "tendo saúde, o resto a gente corre atrás".

Apesar da temática, o livro não é cansativo e nem um pouco melodramático. Pelo contrário, dá pra rir um bocado com o humor negro dos personagens.

“Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.” – pág 235

Antes de escrever minha resenha, dei uma olhada no que a blogosfera estava falando e pude constatar exatamente que pra cada um o livro "fala uma coisa diferente". Eu geralmente não gosto de livro que já vem prometendo tristeza, mas me deixei levar pela delicadeza que John Green criou pra tratar de um assunto tão assustador. Por que o câncer é assim, assustador. Pra quem tem, para a família do doente, para os amigos do doente e mesmo pra que não tem. 


Os personagens são fãs de um livro fictício chamado "Uma aflição Imperial". O livro termina do nada e determinados a obter um fim, eles viajam pra Holanda. De tanto falarem no livro e em seu final, eu desconfiei do que estava por vir no final de Hazel e Gus.

A principal razão de nos identificarmos com o livro são os personagens totalmente reais. O que eles fala, o que eles pensam, como eles agem são totalmente de acordo com a idade, a doença, o medo... 

Você fica se perguntando o que faríamos no lugar daqueles personagens, o que faríamos se pessoas que amamos fossem vítimas do câncer. O livro me trouxe sentimentos contraditórios, fiquei feliz em ler e poder repensar em alguns valores da vida, mas ao mesmo tempo ele te deixa triste por lembrar que muitos Augustus e Hazels estão espalhados por aí, sofrendo da maneira deles nesse exato momento. A própria Hazel, foi inspirada numa pessoa conhecida do John, a Esther Grace Earl. 

Poderia falar bem mais sobre o livro, sobre como sofremos junto com os personagens, sobre como ele mostra as diferentes relações dos envolvidos com o câncer, sobre como a doença vai matando aos poucos não só fisicamente, mas também psicologicamente e etc...

Eu amei, super recomendo e creio que lerei novamente num futuro não tão distante. 


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