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01/07/2014

Loucas Por Livros entrevista: Jennifer E. Smith

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O Loucas por Livros bateu um papo super bacana com Jennifer E. Smith, autora de diversos livros, inclusive A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista (único publicado no Brasil),  lançado pela Galera Record e já resenhado aqui no blog. Na entrevista, ela conta como se tornou escritora, de onde surgem inspirações e seus futuros projetos. Confiram:

LPL - Quando você percebeu que queria ser escritora? Foi inspirada por um livro? Algum outro autor? Ou só sentiu que nasceu com isso?
Jennifer - Quando tinha 10 anos de idade ganhei uma competição de escrita criativa na escola, e depois disso, nunca olhei para trás. Sempre fui uma grande leitora, mas a partir desse ponto, eu estava rabiscando sempre que eu podia, escrevendo em diários, inventando histórias, sonhando em me tornar uma escritora quando crescesse.
LPL - Sobre seus personagens... Eles são sempre tão reais... Eles são inspirados em pessoas que você conhece? As situações que eles vivem já aconteceram com pessoas próximas de você?
Jennifer - Muitos deles são desencadeadas por algo que me aconteceu na vida real, mas com distorções. Por exemplo, uma vez eu passei uma viagem de avião sete horas falando com alguém antes de sermos separados na alfândega - só que ao invés de um garoto como Oliver, era um irlandês idoso. Da mesma forma, como alguém com um nome muito comum, os meus e-mails muitas vezes acabam com outra pessoa, o que me parece uma maneira interessante de começar uma história também. Assim, os livros são muitas vezes inspirados por momentos reais da vida, ainda que rapidamente mudem para ficção a partir de lá.
LPL - O que você espera que as pessoas sintam lendo seus livros?

Jennifer - Eu sempre amo ouvir que os leitores sorriram ou choraram quando leram meus livros, porque o sentido é fazer que as pessoas sintam alguma coisa, não importa o quê - minha espereçança é que os leitores sempre fechem o livro com o coração cheio.
LPL - Como você se sente diante da possibilidade de ver um dos seus livros nas telonas? (A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira vista teve seus direitos adquiridos).

Jennifer - Eu amaria ver isso acontecer, então estou de dedos cruzados! Nenhum filme será exatamente como o livro, nem exatamente como os leitores imaginaram enquanto liam, mas eu amo a ideia de ver a interpretação da minha estória para as telonas. Então, vamos ver o que acontece.

LPL - Podemos esperar novos projetos?

Jennifer - Sim, estou terminando meu próximo livro nesse momento. É outra história de amor, só que essa é sobre um casal que está junto por dois anos. E acontece na noite antes deles irem para a faculdade, e eles ainda não decidiram se querem ou não acabar o namoro, então eles passam as últimas doze horas juntos revisitando todos os lugares importantes em seu relacionamento.

Vocês podem conferir a entrevista original que fizemos em inglês. Não deixem de comentar o que acharam, que outros autores gostariam de ver aqui e até sugestões de perguntas!  


1 - When you realize that you wanted to be a writer? Was a book? Another writer? Or you just feel like you've born with this?

When I was ten, I won a creative writing competition at my school, and after that, I never looked back. I was always a huge reader, but from that point on, I was scribbling away whenever I could, writing in journals, making up stories, dreaming of becoming a writer when I grew up.
 

2 - About your characters... They are always so real.. Are they inspired by people you know? The situations they are living have happened in the lives of people close to you?

Many of them are sparked by something that happened to me in real life, but with a twist. For example, I once spent a seven hour plane ride talking to someone before getting separated at customs -- only instead of a boy like Oliver, it was an elderly Irishman. Similarly, as someone with a very common name, my emails often end up with someone else, and that struck me as an interesting way to start a story, too. So the books are often inspired by real life moments, though they quickly spin off into fiction from there.

 
3 - What you expect people feel reading your books?

I always love hearing from readers who laugh or cry when they read my books, because the point is to make people feel something, no matter what that is -- my hope is always that readers close the book at the end with a full heart.

4 - How do you feel about the possibility to see things that you wrote in the big screen?


I would love to see this happen, so I'm keeping my fingers crossed! No movie will ever be exactly the same as the book, nor will it ever be exactly what readers have imagined while reading it, but I love the idea of seeing an interpretation of my story up on the big screen. So we'll see what happens...


5 - Can we expect new projects? 

 
Yes, I'm finishing up my next book right now. It's another love story, though this one is about a couple who has been together for two years. It takes place on the night before they leave for college, and they still haven't decided whether or not to break up with each other yet, so they spend the last twelve hours together revisiting all the important places in their relationship.

06/02/2014

Dakota Johnson estrela de '50 tons de Cinza' na Elle

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Dakota Johnson – aka Anastasia Steele – é a capa de março da edição americana da revista  ELLE.

Sobre o que lhe interessou mais ao ler Cinquenta Tons de Cinza: "Lendo o livro, fiquei mais interessada nos caminhos emocionais que eles estavam rompendo um do outro do que as cenas de sexo. Eu acho que há uma parte de uma mulher que quer ser a única coisa que quebra um homem. "

Dakota Johnson em ter as curvas e honestidade sexual necessários para o papel de Anastasia Steele em Cinquenta Tons de Cinza: "Eu não tenho nenhum problema em fazer qualquer coisa. O segredo é que eu não tenho nenhuma vergonha. 

Dakota Johnson sobre o que é realmente crescer tendo pais famosos: "Eu acho que as pessoas, especialmente a imprensa, gostam de aporrinhar os filhos de pessoas famosas e eu acho que é terrível. As coisas deveriam melhorar. É tão, tão triste. E não há absolutamente nada que você possa fazer sobre isso como 16 anos. Você fica tipo .... Por que? O que eu fiz? "

05/06/2013

A Rotina (PUXADA) de Jovens Escritoras Brasileiras

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Carol Sabar, Larissa Siriani e Laura Conrado contam como dividem seu tempo entre livros e vida normal

Criatividade, originalidade, e principalmente talento. Essas características são unanimidade quando se pensa nas qualidades de um escritor. Só que esses atributos, principalmente quando falamos de literatura nacional, vêem acompanhados de muito trabalho duro e disposição.
Laura Conrado
Foto: Sarah Reis

“Passo toda a tarde escrevendo. Depois das nove da noite, acabo voltando e escrevendo mais um pouco.” conta Laura Conrado, autora de Freud, me tira dessa! E o mais novo, Só Gosto de Cara Errado, ambos da Editora Novo Século e ganhadora do Prêmio Jovem Brasileiro como destaque na Literatura.

Em meio a tantos afazeres do cotidiano, a grande diferença entre os autores que vêem seus livros publicados dos que não conseguem terminar uma única obra é só um só atributo, a tenacidade. Ou seja, se apegar a história e persistir. Até porque no Brasil, são poucos os autores que conseguem se dedicar inteiramente a literatura. Então, além das rotinas cansativas de escrita, busca de editoras, resposta aos fãs, participação em eventos e tardes de autógrafos, os escritores dividem ainda seu tempo com outras profissões. Muitas vezes, bem diferentes da arte da escrita.
Carol Sabar

Um exemplo é Carol Sabar, autora do sucesso Como (quase) namorei Robert Pattinson e Azar o Seu, seu mais recente lançamento pela Editora Jangada “Além de escritora, eu sou engenheira de produção. Recentemente voltei a estudar então, boa parte do meu dia é dedicada aos livros técnicos.”

Larissa Siriani, autora de diversos livros, dentre eles As Bruxas de Oxford da Editora Literata, também conta que outras atividades fazem parte da sua rotina. “Fora à escrita e divulgação em redes sociais, me dedico muito à faculdade. Estou cursando Cinema, e agora estou fazendo meu TCC. Isso come muito do meu tempo - a maior parte, eu diria.” 

Larissa Siriani
No entanto, ter outra profissão não é de todo ruim. Laura Conrado explica como sua profissão de jornalista a auxilia no desenvolvimento de seus livros “Saí um emprego para me dedicar aos livros, mas faço trabalhos muitos legais como freelancer. Sempre aprendo muito com as matérias que faço e ainda posso ouvir histórias e me inspirar para compor personagens e plots.”

Quando o assunto é a hora de escrever, Laura Conrado e Larissa Siriani concordam que se distrair é muito fácil, então um lugar livre de barulhos é essencial. “Só consigo escrever se estiver tudo em silêncio.” Enfatiza Larissa. “Quase não escrevo com música ou televisão ligada. Outra coisa que me dispersa é Internet. Tenho que fechar todas as páginas.” Completa Laura.

Mas, as inspirações, essas sim parecem não ter hora ou lugar para chegar como revela Carol Sabar “Em relação às ideias, essas não têm hora para surgir! Toda hora é hora! Até de madrugada... sim, eu já acordei desesperada durante a madrugada porque tinha acabado de descobrir (nos meus sonhos) a resposta que eu tanto procurava para algum impasse da história, que antes parecia sem solução.” 

Por Juliana de Oliveira

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26/05/2010

Entrevista - Patrícia Camargo.

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Por causa de alguns probleminhas pessoais, não deu pra publicar as entrevistas que eu queria. Mas, ontem eu falei com escritora da Saga Evanescente, Patrícia Camargo, que foi uma fofa comigo e ela me contou como foi escrever a saga!
O livro dela, Rubro, disponível na internet pra quem quiser ler, foi recusado por uma editora que alegou ser muito parecido com Vampire Academy... Conversei com ela a respeito disso também...






Primeiro de tudo eu queria saber como foi a ideia de escrever Rubro...
Eu li Evernight, da Claudia Gray em uma hora, e disse: Uau. Quer dizer, puxa, caçadores de vampiros? Academia? Eu definitivamente saí daquele ideia Crepúsculo e... Uau de novo. Eu necessitava de mais e mais. Só que não tinha lançado mais. Nesse meio tempo eu fui imaginando... E se o Lucas Ross não fosse um rebelde sem causa?
Ele podia ser mais velho. E a Bianca podia ter um amigo gay (fãs do Tiago Pyerri vão me apedrejar, mas inicialmente ele
era gaaaaay). Até que Richelle Mead me apresentou o folclore balcã, dos dampiros. Foi amor à primeira vista.

Então as comparações com Vampire Academy não são totalmente infundadas...
Não, não são. Richelle Mead foi quem chegou pra mim e disse: hey, sabia que dampiros existem?
E então eu li centenas de livros baseados em dampiros, procurando um que me convencesse.
Não encontrei, então o jeito foi fazer os dampiros como eu queria. Fortes, poderosos, filhos
de humanos e vampiros, além de não poder se reproduzir com vampiros, por ser proibido.

E vi que o livro é escrito por você e a Bruna.. como foi isso? Uma chegou pra outra e disse.. Ei, vamos escrever um livro?
Eu já tinha começado. E a Bruna foi uma boa assistente. Ela tinha paciência de ouvir todas as minhas ideias, entende? Acho que é assim a nossa parceria.

E vocês demoraram mt pra escrever? Tiveram que pensar muito? Ou simplesmente fluiu?
É muito rápido. Eu escrevi Lótus em quatro meses. Mas também depende muito da minha inspiração.

E quando bate aquele "bloqueio", o que te inspira?
Oshe, música. Música e livros. Ler, ler, ler. Música nova, música nova, música nova

E fora da série evanescente, já tá pensando em algo?
A série Evanescente agora vai ser toda disponibilizada em web; então eu venho tendo uns projetos em mente. Quero conciliar romance de cavalaria e sobrenatural. Tomara que até lá ninguém tenha feito um para depois não me acusarem de plágio novamente.

A saga Evanescente é uma tetralogia, Rubro, Lótus, Ônix e Paládio, com o Último Conto, para fechar com chave de ouro. No momento Patrícia está começando de Ônix. Se você quiser saber um pouco mais sobre a saga e ler o livro, é só ir ao Orkut e procurar a comunidade "• Rubro - Oficial".

01/05/2010

Entrevista Loraine Pivatto

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Entre amadores e profissionais, toda quinzena publicaremos entrevistas para vocês!
Para inaugurar nossa série de entrevistas, nós conversamos com Loraine Pivatto, autora do livro Perseguição Digital. Ela foi super fofa atendendo o pedido pra ser entrevistada e eis aqui o resultado onde ela fala um pouco sobre sua carreira e seu livro...



Com quantos anos você começou a escrever? Digo, você sempre pensou em escrever um livro ou foi algo que aconteceu? Foi algo que aconteceu. Eu sempre gostei de expressar ideias por escrito, mas nunca imaginei escrever um livro. Aí um dia comecei, de brincadeira, a contar uma história e conforme ela foi encorpando e tomando vida, novas ideias foram surgindo para a trama. Assim surgiu Perseguição Digital. :-)

Como surgiu a ideia pro livro? Você se inspirou em alguma situação ou pessoa?
A ideia básica da trama era a personagem invadir o computador do outro para obter as informações que ela queria, e isso eu me inspirei no meu cotidiano, pois trabalho com informática há mais de 10 anos e conheço esses programas que se instala remotamente nas máquinas. Quis mostrar como um alerta, para que os desavisados, os usuários leigos, entendessem como funcionam. A função destes programas, profissionalmente, é dar suporte remoto aos usuários e não invadir as máquinas para capturar informações particulares e privadas. O problema é quando alguém mal intencionado se utiliza da tecnologia, e eu quis fazer um alerta para isso, numa linguagem de romance e não técnica. As demais situações que envolveram a trama, no que diz respeito as dores e dilemas afetivos da personagem eu criei baseada no que vejo em relacionamentos de outras pessoas e em algumas situações que eu própria já vivi, mas nada da história é totalmente verídico

Você
se identifica de alguma forma com algum de seus personagens? A Joana é uma lutadora, guerreira e também muito teimosa hehe me identifico com isso.

Pegando carona no seu livro, que tem a era digital como um de seus focos. Como você avaliaria a importância da internet para os escritores?
A internet é uma ótima fonte de consulta para o escritor. Qualquer coisa sobre a qual quero escrever e falta informação, a primeira tentativa é o google. Claro que depois é preciso procurar em fontes mais seguras e confiáveis, pois na internet tem de tudo e nesse tudo tem muito lixo. Mas é muito útil para dar aquela peneirada inicial e até pegar indicação das fontes melhores.

Você tem algum outro projeto literário em andamento?
Sim, estou escrevendo o meu segundo romance, mas dessa vez de uma forma mais profissional. Tenho aulas semais com um consultor literário chamado James McSill, que está me en sinando como montar a estrutura de uma trama, dentro das exigências das grandes editoras. Ele é ótimo, talentoso, além de queridíssimo. Se quiserem conhecê-lo melhor, o site dele é http://www.mcsill.net

Qual seu livro e escritor favorito?
Puxa, muito difícil essa pergunta. Eu não tenho um livro e nem um escritor favorito. Tenho preferência pelos romances que abordam assuntos comportamentais polêmicos e me fazem refletir sobre como eu me comportaria se estivesse na pele do personagem. Busco pela emoção nas minhas leituras e também, é claro, uma história que prenda a minha atenção e me faça querer continuar lendo para saber como aquilo vai acabar. No momento os mais marcantes que me vem a cabeça são "O caçador de pipas", do Khaled Hosseini e "O menino do pijama listrado", do John Boyne. Mas tem muitos o utros e não quero ser injusta hehe Adoro a narrativa poética da Martha Medeiros, os estilos do Mario Vargas Llosa e Marçal Aquino, entre outros. É muito difícil eleger um.

E pra terminar... Poderia deixar uma mensagem para todas as meninas que estão lendo essa entrevista e sonham em se tornar escritoras...
Meninas, o sonho é a mola para tudo nas nossas vidas. Todos sabem que não é fácil produzir algo que encante as pessoas, mas quem deseja e gosta de escrever, deve praticar sempre. A própria prática, o próprio fazer já é extremamente gratificante. Quando escrevi esse primeiro livro, fiquei num envolvimento tão legal, me entreguei tanto, que só isso já valeria a pena. É claro que depois, conforme as pessoas vão lendo e dando retornos positivos, a gratificação é enorme. E para quem consegue produzir um best seller e vender milhões de exemplares, deve ser melhor ainda hehe Mas tudo ao seu tempo. O importante é fazer o que se gosta com prazer e estar sempre antenada e aberta para aprender mais, mais e mais. Um grande beijo para todas, Loraine

Perseguição Digital

Sinopse:
Joana vive o doloroso processo de reconstrução emocional, após o rompimento inesperado de uma relação afetiva. Muito abalada pela dor da rejeição e sem encontrar nenhuma explicação convincente para a atitude de seu amado, ela resolve virar o jogo, deixando de ser uma espectadora impotente e passando a tomar o controle da situação. Esperta e ardilosa, age como uma verdadeira 007 de saias, utilizando a tecnologia e o conhecimento computacional como valiosos aliados para rastrear os passos de Fernando. E assim, a cada nova descoberta, vai desvendando os mistérios e obtendo as tão esperadas respostas às perguntas que a atormentam.

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