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03/10/2014

"Invisível" ganhará versão cinematográfica

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A editora Galera Record anunciou que o livro Invisível, escritos por David Levithan (de Todo Dia) e Andrea Cremer (de Nightshade), será adaptado para as telonas pela Warner Bros!
 
Kristina Lauren Anderson será a responsável pelo roteiro, roteirista de filmes independentes como Catherine The Great e Forever Jiyaying.

Em Invisível, Stephen tem sido invisível por praticamente toda sua vida – por causa de uma maldição que seu avô, um poderoso conjurador de maldições, lançou sobre a mãe de Stephen antes de ele nascer. Então, quando Elizabeth se muda para o prédio de Stephen em Nova York vinda do Minnesota, ninguém está mais surpreso do que ele próprio com o fato de que ela pode vê-lo. Um amor começa a surgir e quando Stephen confia em Elizebth o seu segredo, os dois decidem mergulhar de cabeça no mundo secreto dos conjuradores de maldições e dos caçadores de feitiços para descobrir uma maneira de quebrar a maldição. Mas as coisas não saem como planejado, especialmente quando o avô de Stephen chega à cidade, descontando sua raiva em todo mundo que cruza seu caminho. No final, Elizabeth e Stephen devem decidir o quão grande é o sacríficio que estão dispostos a fazer para que Stephen se torne visível – porque a resposta pode significar a diferença entre a vida e a morte. Pelo menos para Elizabeth…

22/03/2014

Resenha - Todo Dia - David Levithan

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Como seria sua vida se você acordasse cada dia em um corpo diferente? 

Essa simples frase explica como é a vida de 'A', um ser humano que acorda todos os dias no corpo de alguém diferente, desde que tenha sua idade. Ele não tem um corpo para chamar de seu e não faz ideia do motivo disse acontecer. Usei a palavra ser humano porque como 'A' nunca teve um corpo, ele não é menino e nem menina. Ele acorda e pode ser pobre, rico, magro, gordo, branco, negro, latino, gay, hetero, trabalhador, mimado, malvado... Enfim, as possibilidades são infinitas. 

'A' como ele mesmo escolheu ser chamado, não se define. Isso porque não teve ninguém para o educar, não teve alguém que o moldasse conforme à sociedade em que vive. E é aí que está a melhor parte do livro. Além de ser uma leitura super divertida e fácil, promove uma reflexão bem legal sobre quem nós somos, quem queremos ser e como enxergamos os outros ao nosso redor. Por debaixo dos rótulos somos todos seres humanos. 'A' não tem preconceitos e nem limitações de pensamento, isso não cabe à ele que defini-se como um ser humano.

Ele evita se conectar as pessoas, afinal, não estara lá no dia seguinte, mas um dia, ele se apaixona. Mas, como será possível fazer essa relação dar certo?

Meu problema com o livro foi a tradução. Em inglês os adjetivos não tem gênero masculino ou feminino, o que acaba ressaltando a imagem de não imaginarmos 'A' como homem ou mulher, mas aqui no Brasil, a editora optou pela narrativa masculina, afinal nossa língua pede essa definição, mas acho que de alguma maneira já dá um direcionamento para nossa visão do personagem. Portanto, fica a dica, se você souber inglês, opte pelo original.

E outro ponto baixo foi a ameaça de que saberíamos mais sobre esse problema de 'A' e outros como ele, que acabou não levando a lugar algum. Dá até um indicação de que o livro tem continuação, mas pelo que pesquisei, não tem não. 

Livro mais que recomendado! Deêm de presente aos amigos já! Principalmente á aqueles que gostam de julgar as pessoas.




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