Mostrando postagens com marcador novo conceito. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador novo conceito. Mostrar todas as postagens

27/05/2014

Resenha - Não Posso Me Apaixonar - Bella Andre

0 comentários
Não posso me apaixonar é o terceiro volume da série "The Sullivans", que conta a história de amor de um dos oito irmãos dessa família. Apesar de ser uma série, cada livro possui início, meio e fim, e por isso, podem ser lidos fora de ordem sem que haja necessariamente spoiller sobre os livros anteriores. Nesse tipo de romance "cor de rosa" a gente sabe o que acontece no final, o que conta é o meio, então, ver que os casais dos livros anteriores estão juntos e felizes não é exatamente uma surpresa. Li o primeiro Um olhar de amor (que não resenhei aqui) e fui direto para o terceiro. Então, posso garantir que não atrapalha ler fora de ordem.

Quem conhece os livros da autora sabe que o romance no livro é bem previsível, mas isso não quer dizer que seja sem graça. Gabe é o bombeiro da família Sullivan (onde cada um deles é super bem sucedido), ama o que faz e leva sua profissão muito à sério. Em mais um dia de trabalho, vai combater um incêncio num prédio na cidade e lá acaba resgatando Megan e sua filha, Summer. Devido traumas do passado ele não se permite ter um envolvimento com qualquer vítima salva por ele. Mas, parece difícil ficar longe da forte e linda Megan, também tem seus próprios traumas e após perder o marido num acidente de avisão, prometeu à si mesma não sair com caras que exerçam profissões perigosas.

Quem lê as resenhas aqui no blog sabe que não curto muito esse negócio de amor incondicional relâmpago, mas a Bella Andre acertou a mão nesse. Dá pra perceber que os dois estão extremamente atraídos um pelo outro, e a proximidade entre eles solta faíscas, mas o amor mesmo, vamos vendo surgir aos poucos pelos olhos de cada um, apesar da força que fazem para não se apaixonarem por conta do passado deles.

Outros livros da série:

1. Um olhar de amor  – Chase e Chloe
2. Por um momento apenas  – Marcus e Nicola
3. Não posso me apaixonar – Gabe e Megan
4. Só tenho olhos para você  – Sophie e Jake
5. Se você fosse minha – Zach e Heather
6. Quero ser seu – Ryan e Vicki
7. Perto de você  – Smith e Valentina
8. Always on my mind
(daqui para baixo, não lançados no Brasil)
9. The way you look tonight

10. Kissing under the mistletoe

11. It must be your love

12. Just to be you.


Achei Gabe tudo de bom. Antecioso, simples, bonito e determinado. Depois que ele se resolve com seus "demônios" vai atrás de Megan e não desiste tão facilmente. Mas, a Megan... Ela é chata. Demorou até os 45 do segundo tempo para ela finalmente tomar uma decisão. Ela é descrita como forte, batalhadora e blá blá blá, mas é muito indecisa. Tudo bem que tenha que pensar na filha, Summer, de 7 anos, mas ficar nessa enrolação não foi nada legal. 

Outras duas personagens que ganham destaque no livro são Summer, filha de Megan, super inteligente, engraçada e que não mede esforços para juntar a mãe e seu herói Gabe. E Sophie, uma das gêmeas, irmã de Gabe, que é protagonista do próximo livro. 

Enfim, o livro tem conteúdo adulto, ou seja, cenas hot, mas nada que vá chocar os leitores, uma versão light dos romances eróticos.Recomendado para quem gosta de romance, ainda por cima se for bem parecido com aqueles de banca.

02/08/2013

Resenha - Simplesmente Ana - Marina Carvalho

1 comentários
Ana Carina tem 20 anos é mineira de BH, estuda direito na PUC e... Descobre que seu pai é o Rei de um pequeno país na Europa chamado Krósvia. Um dia ao entrar na internet, se depara com a seguinte mensagem no facebook "Desculpe, mas acho que sou seu pai!"

A partir daí a vida da menina vira de cabeça para baixo. Além de ganhar um pai, fica sabendo que sua mãe mentiu durante os 20 anos e decide passar um tempo em Krósvia pra conhecer melhor seu pai Andrej (pronuncia-se Andrei).

No início parece que leremos uma versão brasileira de O Diário da Princesa, da Meg Cabot, mas o desenvolvimento nos prova o contrário.

Marina Carvalho, a autora, é brasileiríssima, e Ana, a personagem é completamente apaixonada pelo país. Por isso, mesmo quando está em Krósvia tenta manter alguns hábitos da nossa cultura. Ela ensina uma manicure à fazer unha à brasileira, prepara brigadeiro, feijoada e pão de queijo para seus novos amigos e ensina a todos o significado da palavra saudade.

Em Krósvia, Ana conhece o enteado de sue pai. Um rapaz de 25 anos que à princípio parece desconfiar dela, mas que com o tempo vai amolecendo e os dois se veem envoltos em sentimentos confusos. Alexander, ou Alex para os íntimos, é lindo, forte e bem charmoso. Em pouco tempo Ana está completamente apaixonada, mesmo que adore negar.

O livro é um chick-lit que não fica devendo em nada para as autoras internacionais. Achei o comecinho um pouco corrido, mas precisava de tempo pra criar o romance de Ana e Alex, né? E isso vem na medida certa. É narrado em primeira pessoa e a escrita da Marina é bem fluída. 

Senti falta de mais interação de Ana com o pai, Andrej, apesar dele ser um fofo e se esforçar para que o tempo perdido fosse compensado. Afinal de contas, ela foi pra Krósvia por ele. E pensei que veríamos mais sobre tradições das famílias reais, que Ana tivesse algum impacto e treinamento com o novo status, mas não, essa parte foi pouco desenvolvida. A única coisa que marca essa nova condição é a mídia atrás da garota.

Ana não é uma personagem perfeita, por isso, muitas vezes você vai estar super amando e outras super odiando. Lá no finalzinho, na briga com Alex, dá vontade de socar. Mas, isso é um ponto positivo. Odeio personagens perfeitinhas. Às vezes, ela é um pouquinho egoísta, fresca e até preconceituosa. 

Mas, nem tudo é perfeito e tiveram umas coisinhas que me incomodaram durante a leitura. A fixação nos biquínis e calcinhas fio dental foi uma delas. 

Os personagens secundários, a mãe e a avó de Ana, sua melhor amiga, seu quase namorado que fica no Brasil, sua nova família e o pessoal do castelo são super gente boa e completam o livro. E o mistério envolvendo o marido da tia, deixa uma ponta solta para uma possível continuação.

Todo conto de fada merece uma bruxa má e esse cargo caiu nas mãos de Laika, a namorada de Alex. E aí está outro ponto que me incomodou, a infantilidade de Ana em ficar chamando a namorada do outro de Nome de Cachorro em tooodas as falas. Mesmo que com esse comportamento deixe bastante claro que Ana está caidinha por Alex.

Outra coisa é que apesar de ser um livro escrito por uma mulher, sobre uma mulher e com a narrativa feminina, ele às vezes é um pouco machista. Por exemplo, no momento em que Ana  vai para a cama com Alex e o mundo acaba desabando aos seus pés, ela diz a frase "se tivesse sido uma boa menina." Mas isso não é uma crítica à autora em si, já que percebo esse tipo de fala e pensamento das personagens em quase todos os livros, é algo que está presente já na nossa cultura, mas que temos que fazer uma forcinha pra ultrapassar! 

23/05/2013

Resenha - Destrua-me - Tahereh Mafi

0 comentários
Destrua-me é uma história contada por Warner, personagem do livro Estilhaça-me e disponível somente em ebook. A narrativa começa exatamente após a última aparição de Warner em Estilhaça-me, portanto, se você não leu, fica aqui o aviso de que Destrua-me e esse post terão spoillers.

Pela visão de Juliette, a protagonista da série, sempre senti que o vilão Warner foi posto na história com o intuito de ser odiado. Só que nesse livro, pela visão do próprio, podemos perceber que ele é um personagem muito mais complexo que isso. O ebook trata justamente de como ele lida com essa imagem que foi atrelada á ele e como ele chegou à ser essa pessoa que todos temem.

A fuga de Juliette traz uma tensão que até foge do controle de Warner, porque ele está claramente obcecado, porque seu pai em pessoa vai conferir o que está acontecendo e por mais que ele odeio, perto de seu progenitor volta á ser um garotinho. 

A trama é curtinha, apenas 98 páginas e deixa um gostinho de quero mais. Como ele foi baleado no final de Estilhaça-me, acompanhamos sua recuperação e quando a coisa começa a ficar interessante, o livro acaba. Claro que é um estratégia para nos deixar loucos para ler Liberta-me. 

Esse livro também serve pra acirrar ainda mais o triangulo amoroso entre Juliette, Adam e Warner. Já que nessa narrativa podemos nos conectar mais com esse personagem e até adquirir compaixão por ele.

Quem quiser conferir, é só baixar pela fanpage oficial da Novo Conceito.


01/05/2013

Resenha - Não Sou Este Tipo de Garota - Siobhan Vivian

6 comentários
Natalie está no último ano do Ensino Médio e tudo o que mais deseja é que absolutamente seja um ano perfeito para que consiga entrar na faculdade que escolheu. 

Para isso ela se elege como Presidente do Conselho Estudantil e faz de tudo para ficar longe de encrencas junto com sua amiga, Autumn.

Como presidente, Natalie pretende ajudar à outras garotas da escola à serem valorizadas e respeitadas. Seu principal "projeto" é Spencer, de quem Natalie já foi babá, mas o problema é que a caloura não parece nem um pouco a fim de ouvir os conselhos da amiga.

Gostei bastante desse livro. Ele fala sobre muitas coisas, bullying, feminismo, escolhas, dúvidas, liberdade... Enfim, diversos temas que são super atuais e estão na cabeça de todos os adolescentes.

Apesar de ser uma história bem simples, o livro te coloca pra pensar. Adoro quando isso acontece. E fazer jovens meninas pensarem nos assuntos que esse livro trata é genial.

Acontece que Natalia é quase obsessiva em ser correta e de que todas as garotas tenham o comportamento imposto à nós como decente. Mas, afinal das contas. O que é certo? O que é errado? Por que devemos agir como nos mandam? E não como queremos? Qual o limite entre os dois?

Natalie quer tanto corrigir todos que chega à ser irritante. Estuda demais, é preocupada demais em entrar na faculdade, em manter sua reputação e em proteger as outras garotas da terrível  influência dos garotos que chega à ser arrogante e esquece de viver sua própria vida.

Natalie nunca teve uma experiência pessoal com algum garoto. Todo seu discurso é baseado no que julga ser correto e na experiência traumática de uma amiga. A gente rra sim, mas também acerta e segue com a vida nos dois casos. 

Mas, a garota não quer errar nunca e de tão desconfiada, Natalie engrena um relacionamento com Connor, já cheia de suspeitas sobre ele, que na verdade só demonstra gentileza e carinho. Ou seja, ela mesmo transforma uma coisa que não tem NADA demais em algo errado.

O oposto de Natalie, é Spencer, a amiga novata. Ela quer chamar à atenção para si e usa seu corpo e sensualidade para isso. E Natalie, abomina isso e quer mudar a garota de qualquer maneira.

Achei as duas personagens chatinhas, pois elas são o exagero. O 8 ou 80. E nada aos excessos é bom. Mas, gostaria de complementar dizendo que entendi o que a autora quis fazer. 

A sociedade nos julga. Pelo que vestimos, pelo que gostamos e etc. Muitas vezes boas meninas sofrem simplesmente por gostarem de "causar". Se a menina gosta de mini saia, isso não faz dela uma vagabunda, entenderam? 

E a Natalie fica tão presa na opinião dos outros que se frustra para não decepcionar ninguém. E acaba perdendo todos à sua volta por ser tão intransigente. 

Super recomendado! Quem gosta de YA, um romance bonitinho e está no ensino médio então. Esse é o seu livro.

26/02/2013

Resenha - Anna e o Beijo Francês, Stephanie Perkins

8 comentários
Anna tem 17 anos, amigos leais, um irmãozinho que a ama, um emprego que gosta, uma mãe carinhosa e até um quase namorado. Por isso, ela fica com raiva ao ser enviada para passar seu último ano escolar em Paris. Sim, Paris. E sim, ela não gosta da ideia. O problema é que ela sequer foi consultada sobre a decisão. Seu pai, um autor famoso de quem ela tem um pouco de vergonha, acha que é uma ótima ideia e a manda para a França. Anna não sabe nada sobre a França, nem a língua e muito menos os costumes.

Ela chega em seu novo ambiente escolar assim, perdidinha. Mas, poderia ser pior, afinal, ela está num colégio só de americanos, portanto o choque cultural vem com menos intensidade. Nesse novo mundo que ela se permite descobrir, ela encontra novos amigos. Entre eles, Étienne St Clair. Bonito, simpático, agradável, americano, criado na Inglaterra e com pai francês... Ele é irresistível. Só tem um defeitinho, tem namorada.

Apesar de tudo, os dois se tornam amigos inseparáveis. Vivendo na Cidade Luz, Anna aos poucos vai se descobrindo e admitindo que talvez a ideia de seu pai não tenha sido assim tão má. Ela ama St Clair, o suficiente para querê-lo por perto mesmo que sendo só amigos.

Os livros da série: 
1. Anna e o beijo francês
2.
Lola e o garoto da casa ao lado
3. Isla e the happily ever after (ainda não lançado)

O livro é bem romântico, engraçado, inocente e fofo. A única coisa que me deixou um pouquinho irritada foi a "ignorância" da Anna, ela chega na França parecendo que veio de Marte e não sabe de NADA! Mas, ok, isso é facilmente resolvido porque a Anna se adapta rápido à rotina.

Esse é o livro de estreia da Stephanie Perkins e ela começou MUITO bem. Romance super fofo. Acho que não vou cansar de dizer isso! Contudo, o livro é mais que isso e aborda um assunto também importante, a amizade. Gosto de livros que exploram os relacionamentos dos amigos. E nesse, o enredo criado foi perfeito pra nos dizer "Ei, nós não somos perfeitos, nossos amigos também não! Podemos cometer os mesmos erros!"

Todas as cenas são engraçadas e bem feitas, mas, devo dizer, que nem todas são indispensáveis. Claro que gostei de conhecer melhor o Étienne, mas há coisas que simplesmente poderiam ser descartadas. Nessas partes fica evidente o inexperiência da Stephanie. 

Amei o livro.  Paris foi o cenário perfeito pra ele. E a narrativa nos levou mesmo até a França. Comecei não dando muito pelo livro, mas quando li as primeiras páginas não pude mais largar! Super recomendado. Meninas que gostam de romance, meninas que estão procurando uma leitura leve e que te faz suspirar pode ir nesse livro sem medo!


22/01/2013

Resenha - Estilhaça-me - Tahereh Mafi

3 comentários
     Chegou a hora da distopia     

Eu simplesmente adoro livros sobre distopia... 1984, Feios, Jogos Vorazes e agora, Estilhaça-me.

Estava claro na minha cabeça que após o sucesso de Jogos Vorazes, a distopia poderia se tornar o novo fenômeno assim como foi a vez dos vampiros e dos anjos. 

É claro que quando "a moda pega" vários livros surgem e nem todos são bons, dei uma boa olhada nos títulos lançados e 'Estilhaça-me', livro de estreia da autora, foi minha primeira opção pós jogos vorazes. Além de ter gostado da sinopse, as resenhas estavam bem positivas.

Fui com todas as expectativas.

Não posso dizer que me decepcionei. Mas, ficou um gostinho de quero mais.

Juliette tem dezessete anos e está há 264 dias presa em um manicômio, basicamente porque seu toque pode matar as pessoas. Ela está sozinha, sem ver ninguém jamais e se achando um monstro. Até que ganha um companheiro de cela, Adam. A chegada desse garoto vai mudar sua vida. Após tanto tempo presa, ela vê o sol e sente a liberdade pela primeira vez.

O Restabelecimento diz que é capaz de "consertar" o mundo, mas para isso tem que impor respeito. Warner é o líder do setor onde Juliette foi parar e ele quer à de qualquer maneira que ela seja uma das armas em sua guerra.  Mas, o amor de Juliette e Adam tem outros planos.

O livro é narrado em primeira pessoa e a pessoa em questão está presa sem contato humano há um longo tempo. Então a leitura pode ser meio confusa. Isso é feito de propósito, quando Juliette vai "se curando" a leitura se torna mais fluída. Outra coisa que pareceu incomodar muitas pessoas foram as frases e palavras repetidas e riscadas. Não me incomodou. Afinal, estamos na cabeça de alguém que está tentando se manter sã.


O livro tem sua dose de romance nas cenas de Juliette e Adam, que apesar de ter achado um fofo me deixou confusa todo o tempo. Como se ele fosse traí-la há qualquer momento.

Já a outra ponta do triangulo amoroso é o obcecado Warner. 

Confesso que o final, que deveria ser o ápice se mostrou um pouco decepcionante. Jogos Vorazes meets X-Men, mas nada que me tirasse a vontade de ler.

Como todo bom livro distópico podemos ver a crítica ao modo que vivemos hoje. Consumo exagerado, negligência com a fauna e a flora e a falta de respeito pela vida. Também temos o regime totalitário. Mas, a autora não se aprofunda muito nos temas políticos e sociais e ao contrário dos outros livros do gênero, abusa do romance.

Se você sente falta de romance nos livros distópicos é uma ótima dica pra você. Já se prefere ver lutas contra o sistema, grandes críticas políticas e sociais, talvez não seja esse o livro que procura.

Vou ler a continuação porque gosto do romance e acho que o conteúdo será mais aprofundado. Afinal, Juliette terá de ir à luta! Pretendo também ver as loucuras do Warner. E confesso até que simpatizei com o cara que claramente foi criado para ser odiado. O que posso fazer?




Seguidores

 

Loucas Por Livros Copyright 2009 All Rights Reserved Baby Blog Designed by Ipietoon | All Image Presented by Online Journal