28/03/2013

Cinco livros sobre... Música

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Esse mês escolhi um tema que todos nós temos em comum, a música. Quem não curte, quem nunca quis aprender um instrumento, quem nunca foi fã? Geralmente nos identificamos facilmente com livros dessa temática. Ainda mais quando é explorada a relação entre fã x artista. A adolescência é um período pelo qual buscamos referências, não é difícil ver cantores e/ou bandas sendo escolhidos para esse papel. Sendo assim, vamos aos livros e suas sinopses. 


1.A música que mudou minha vida-Robin Benway

A vida de Audrey Cuttler não tem sido a mesma desde que aquela música chegou ao topo das paradas. Ela só queria ir a shows, andar com seus amigos e, talvez, arrumar um encontro com o gatinho do trabalho, mas agora Audrey é... famosa! Não famosa do tipo coisas-grátis-e-crachás-para-o-camarim. Famosa do tipo paparazzi-escondido-nos-arbustos, o pior-momento-da-sua-vida-estampada-por-toda-a-primeira-página. Tudo por causa da música que o ex - namorado fez sobre o rompimento dos dois - o hit do momento, quer dizer, um desastre! Audrey não quer ser a garota dos refletores, mas uma vez que o mundo decide que ela é uma estrela, será que a sua vida algum dia vai ser normal de novo? Prepare - se para descobrir, porque está na hora da Audrey contar o seu lado da história.

Por que indiquei? Ainda não li, mas só vi boas indicações. Imagina terminar um namoro e ver isso exposto pra todo mundo?

   2. Princesa Pop - Rachel Cohn   

Qual o preço que você estaria disposta a pagar para se tornar uma Princesa pop? Wonder Blake nunca pensou muito em ser famosa; mesmo quando era atriz- mirim, durante uma curta carreira em um programa infantil com sua irmã. Ela sempre se viu simplesmente como a "irmã mais nova de Lucky". Mas, alguns meses depois de um terrível acidente que tirou a vida da irmã, Wonder acaba sendo redescoberta pelo ex-empresário da banda de Lucky. 
Querendo mais do que tudo fugir da cidadezinha do interior onde sua família passou a viver após a tragédia, assim como das maldosas garotas populares que insistem em lembrar-lhe seu passado como astro infantil, Wonder aceita o desafio e acaba se tornando uma adorada estrela da música, moldada para o sucesso. Mas depois de ver o lado não tão glorioso da vida de celebridade, Wonder terá que decidir: vai querer continuar nessa escalada para se tornar uma princesa pop de verdade ou acabar concluindo que, afinal de contas, ser uma menina comum não é tão ruim assim?

Por que indiquei? Já li o livro e foi legal acompanhar a busca pelo estrelato de Wonder, mesmo que no fundo esse não fosse seu objetivo principal. Sabe quando você decide fazer o que esperam de você e não o que realmente quer?

 3. Lonely Hearts Club - Elizabeth Eulberg 

Penny Lane Bloom cansou de tentar, cansou de ser magoada e decidiu: homens são o inimigo. Exceto, claro, os únicos quatro caras que nunca decepcionam uma garota — John, Paul, George e Ringo. E foi justamente nos Beatles que ela encontrou uma resposta à altura de sua indignação: Penny é fundadora e única afiliada do Lonely Hearts Club — o lugar certo para uma mulher que não precisa de namorados idiotas para ser feliz. Lá, ela sempre estará em primeiro lugar, e eles não são nem um pouco bem-vindos. O clube, é claro, vira o centro das atenções na escola McKinley. Penny, ao que tudo indica, não é a única aluna farta de ver as amigas mudarem completamente (quase sempre, para pior) só para agradar aos namorados, e de constatar que eles, na verdade, não estão nem aí. Agora, todas querem fazer parte do Lonely Hearts Club, e Penny é idolatrada por dezenas de meninas que não querem enxergar um namorado nem a quilômetros de distância. Jamais. Seja quem for. Mas será, realmente, que nenhum carinha vale a pena?

Por que indiquei? Beatles. Só essa palavra bastaria! Mas, o livro utiliza das letras deles para mostrar como a personagem principal, Penny Lane Bloom, se sente diante dos problemas

4. Nick & Norah - Uma Noite de Amor e Música - Rachel Cohn e David Levithan 

O que pode acontecer quando dois adolescentes se conhecem por acaso em um caótico show de punk rock? Eles se apaixonam, é claro. Depois de um beijo, Nick e Norah vivem uma aventura pelos bastidores de NYC - um encontro repleto de alegria, ansiedade, confusão e entusiasmo, como deve ser a primeira vez.

Por que indiquei? Vi o filme e gostei muito. Devo confessar que sou uma fã do Michael Cera. E apesar de ter sido publicado pela galera record, me alertaram que a leitura é um pouco forte, contém vocabulário não indicado para crianças. 


 5. Tudo por um Pop Star - Thalita Rebouças 

Tudo por um pop star, da editora Rocco, aborda temas como amizade, fama e as loucuras que os fãs fazem por seus ídolos. O livro tenta desvendar o mistério desse amor um tanto esquisito e desenfreado que só fãs conhecem e, para isso, conta a história de Manu, Gabi e Ritinha, três amigas que moram em Resende, no estado do Rio de Janeiro, que poderiam ser descritas como tietes, fãs fanáticas, doidas varridas, sabe-se lá. Enfim, o trio é do tipo que faz tudo por um pop star.
Ao descobrirem que seus maiores ídolos vêm ao Brasil para um show no Maracanã, Manu, Gabi e Ritinha fazem de tudo para ver os garotos bem de perto, vivem uma grande aventura mas... nada do que planejam dá certo. Apesar das várias tentativas e técnicas de aproximação, o trio de tietes só se mete em confusão. Uma maior que a outra. As peripécias desastradas acabam levando as meninas a pagar o maior mico de suas vidas, na televisão, em rede nacional.

Por que indiquei? Primeiro livro da Thalita que li. Já faz uns bons anos e lembro que na época eu adorei e agora ganhou musical e tudo! 

Não deixem de comentar se já leram algum desses ou se conhece um outro que tenha a música como tema ou pano de fundo que valha à pena ler!

23/03/2013

Resenha - Nada Dura para Sempre, Sidney Sheldon

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Segundo livro que leio do Sidney Sheldon. Mais um livro empolgante, emocionante e viciante. Será que já posso me considerar fã?

Paige, Honey e Kat são as únicas médicas (mulheres) no Hospital público Embarcadero, são amigas, colegas de apartamento e todas possuem um passado curioso. Enquanto trabalham sem descanso acompanhamos a vida de cada uma se desenvolvendo. 

O livro começa já no meio do furacão. O que tinha para acontecer já aconteceu e durante os capítulos acompanhamos uma retrospectiva da vida das três. O que deu certo e, principalmente, o que deu errado.

É muito fácil gostar das três garotas. Do mesmo autor, já tinha lido Se Houver Amanhã, os dois vem juntos na espécie vira-vira. Com ele notei o que fez de Sheldon  um grande autor. Ele não enrola, todas as cenas estão lá por um motivo, mais cedo ou mais tarde, os motivos para um fato acontecer serão mostrados. Tá tudo interligado. Os personagens são reais, nada de perfeição, todos tem sim qualidades, mas principalmente defeitos.

Paige sempre quis ser médica, ajudar as pessoas e seguir o exemplo de seu pai, que trabalhava para a OMS em países subdesenvolvidos. Honey sempre quis ser enfermeira, mas sua família rica não aceitava, se era pra seguir carreira na área da saúde que fosse como médica. E por fim, mas não menos importante, Kat, negra com uma passado traumatizante que deu a volta por cima e se tornou uma médica respeitada.

O livro é narrado em terceira pessoa e temos a visão do que acontece com as três e das pessoas que acabam influenciando em seu destino. Sempre tento buscar o que o autor quer passar ao contar determinada estória e nesse creio que foi sobre aquela velha expressão que tanto nos atormenta "e se..." 

As próprias protagonistas se perguntam isso. E se tivessem feito outra escolha? Seguido por outro caminho? Talvez a tragédia nos destinos delas não tivessem acontecido. 


O livro tem um filme adaptado e eu fiquei louca pra ver! 


Realmente não sei dizer os pontos negativos! Adorei! Lerei mais Sheldon em breve!

19/03/2013

Shailene Woodley será protagonista de 'A Culpa é das Estrelas'

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Indicada ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante e vencedora do Spirit Awards por seu desempenho em "Os Descendentes , Shaleilene Woodley foi escolhida para viver a Hazel Grace nos cinemas, após uma seleção que contou com a participação de mais de 250 atrizes.

Shailene está mesmo construindo um belo portfólio em Hollywood. Após ganhar o papel de Mary Jane na nova franquia do Homem Aranha e da protogonista Tris na adaptação do livro Divergente. Ela acaba de ser anunciada como o papel principal na adaptação de um best-seller do John Green.

Na história, Hazel é uma menina de 16 anos, vítima de câncer  Em seu grupo de apoio, ela conhece Augustus Waters também vítima da doença e os dois passam a se relacionar.

Vale lembrar que o livro já foi resenhado aqui no blog.

Fonte: EW

15/03/2013

Conheça o 'Four' de Divergente

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Depois de muitos testes, rumores, pedidos e desejos, finalmente o 'Four' ganhou um rosto. O responsável por levar o personagem às telonas será Theo James. A notícia foi divulgada pela página oficial da adaptação no facebook.


Theo é inglês, tem 29 anos e já participou de filmes como 'Anjos da Noite: O Despertar' e 'Você Vai Conhecer o Homem dos seus Sonhos'. Quer ver mais fotos dele? Clique aqui.

04/03/2013

Resenha - A Culpa é das Estrelas, John Green

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Hazel Grace tem dezesseis anos, gosta de programas de TV ruins, gosta de ler, seus pais a amam, mas não leva uma vida normal. Pois, ela tem câncer. E como se pode viver normalmente quando a morte está te rondando? Essa foi a grande questão do livro pra mim.

Então, ela conhece Augustus Waters, um sobrevivente do câncer de dezessete anos que perdeu uma perna, mas ainda assim, tem um bom humor que contagia. Ele sabe que é bonito, carismático e legal. Mas, isso não o transforma numa pessoa arrogante. Ele é mesmo isso tudo. E então Hazel começa a realmente viver. Não sobreviver, que são coisas absolutamente diferentes. Com a ameaça constante da morte, ela descobre o que é o amor e a felicidade.


Gus é completamente apaixonante. E Hazel, resiste à princípio porque se considera uma bomba prestes à explodir e não quer mais pessoas carregando essa dor. Já basta seus pais,  que ficarão sem filha. 

O livro conta várias histórias de crianças com câncer. A que mais chamou minha atenção é a de Isaac. Não quero dar spoillers, mas é realmente tocante. 

Acredito que cada um tenha captado sua própria mensagem do livro. Pois, ele basicamente fala sobre vida, morte, amor e saudade, o que sem sombra de dúvidas são conceitos únicos na vida de cada um. Mas, ele ensina também que é possível aproveitar a vida mesmo quando ela está se esgotando, é questão de querer. E aí fiquei pensando em quanto tempo a gente passa reclamando sem ter um problema realmente. Como minha mãe diz "tendo saúde, o resto a gente corre atrás".

Apesar da temática, o livro não é cansativo e nem um pouco melodramático. Pelo contrário, dá pra rir um bocado com o humor negro dos personagens.

“Alguns infinitos são maiores que outros… Há dias, muitos deles, em que fico zangada com o tamanho do meu conjunto ilimitado. Eu queria mais números do que provavelmente vou ter.” – pág 235

Antes de escrever minha resenha, dei uma olhada no que a blogosfera estava falando e pude constatar exatamente que pra cada um o livro "fala uma coisa diferente". Eu geralmente não gosto de livro que já vem prometendo tristeza, mas me deixei levar pela delicadeza que John Green criou pra tratar de um assunto tão assustador. Por que o câncer é assim, assustador. Pra quem tem, para a família do doente, para os amigos do doente e mesmo pra que não tem. 


Os personagens são fãs de um livro fictício chamado "Uma aflição Imperial". O livro termina do nada e determinados a obter um fim, eles viajam pra Holanda. De tanto falarem no livro e em seu final, eu desconfiei do que estava por vir no final de Hazel e Gus.

A principal razão de nos identificarmos com o livro são os personagens totalmente reais. O que eles fala, o que eles pensam, como eles agem são totalmente de acordo com a idade, a doença, o medo... 

Você fica se perguntando o que faríamos no lugar daqueles personagens, o que faríamos se pessoas que amamos fossem vítimas do câncer. O livro me trouxe sentimentos contraditórios, fiquei feliz em ler e poder repensar em alguns valores da vida, mas ao mesmo tempo ele te deixa triste por lembrar que muitos Augustus e Hazels estão espalhados por aí, sofrendo da maneira deles nesse exato momento. A própria Hazel, foi inspirada numa pessoa conhecida do John, a Esther Grace Earl. 

Poderia falar bem mais sobre o livro, sobre como sofremos junto com os personagens, sobre como ele mostra as diferentes relações dos envolvidos com o câncer, sobre como a doença vai matando aos poucos não só fisicamente, mas também psicologicamente e etc...

Eu amei, super recomendo e creio que lerei novamente num futuro não tão distante. 


03/03/2013

Adaptação de 'Túneis' já tem diretor

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Mais um best-seller juvenil, Túneis de Roderick Gordon e Brian Williams ,deve chegar às telonas em breve. 

O sueco Mikael Håfström (O Ritual, 1408) foi contratado pela Relativity Media para dirigir a adaptação cinematográfica do livro.

Descrita como a mistura de Indiana Jones com Viagem ao Centro da Terra, a trama gira em torno do jovem Will Burrows, cuja única afinidade com o pai é a paixão pela arqueologia. O garoto passa a maior parte do seu tempo livre cavando buracos enquanto Dr. Burrows trabalha em um museu.

Quando o pai desaparece por um misterioso túnel, Will e seu amigo literalmente começam a cavar a verdade por trás do sumiço e acabam descobrindo a Cidade Eterna, habitantes de uma colônia secreta no subterrâneo de Londres.

O estreante Andrew Lobel assinou a última versão do roteiro.

Vendida para mais de 37 países, Túneis é uma série literária composta por cinco volumes. No Brasil, o livro foi lançado pela editora Rocco.

Fonte: Nerdice

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